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ESQUEÇA O IDEAL, PERSIGA O REAL

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AME SEUS INIMIGOS

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O AMOR É SACRIFICIAL

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Mensagens de Domingo

coragem

A ponto de estourar – Parte 5

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Mensagens de Terça-feira

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Defendendo a fé em tempos de apostasia – Parte 8

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ESQUEÇA O IDEAL, PERSIGA O REAL

GUIA DE ESTUDO CRESCIMENTO: CRESCIMENTO: Leia: Portanto, meus irmãos, por causa da grande misericórdia divina, peço que vocês se of...

ESQUEÇA O IDEAL, PERSIGA O REAL

GUIA DE ESTUDO CRESCIMENTO:

CRESCIMENTO:

  • Leia:
    • Portanto, meus irmãos, por causa da grande misericórdia divina, peço que vocês se ofereçam completamente a Deus como um sacrifício vivo, dedicado ao seu serviço e agradável a Ele. Esta é a verdadeira adoração que vocês devem oferecer a Deus. (Romanos 12:1 – NTLH)
  • Pergunte:
    • O que devemos fazer?
    • Como devemos fazer?
    • Por que devemos fazer?
    • O que isso representa?

EXPLORANDO:

  • O que pode nos afastar da alegria genuína de um relacionamento? (Página 337 – parágrafo 01)
  • Qual é o alvo do amor? (Página 338 – último parágrafo)
  • Por que devemos nos livrar da visão de uma vida ideal? (Página 339 – parágrafo 01)
  • Por que normalmente desistimos de melhorar nossos relacionamentos? (Página 339 – parágrafo 01)
  • Como e por que fazemos do ideal um ídolo? (Página 339 – parágrafo 02 e 03)
  • O que fazer do ideal um ídolo pode fazer em nossos relacionamentos? (Página 339 – parágrafo 03)
  • Como mudar o foco de uma vida ideal para uma vida de amor? (Página 339 – último parágrafo)
  • Por que não podemos tentar aperfeiçoar a vida, nós mesmos e a quem amamos? (Página 341 – último parágrafo)
  • Como devemos agir diante da perfeição de Deus? (Página 341 – último parágrafo)

APLICANDO:

  • Você já deixou de receber algo grandioso de Deus por que se apegou a uma imagem idealizada?

AME SEUS INIMIGOS

GUIA DE ESTUDO CRESCIMENTO:

CRESCIMENTO:

  • Leia:
    • Mas Deus nos mostrou o quanto no ama: Cristo morreu por nós quando ainda vivíamos no pecado. (Romanos 5:8 – NTLH)
  • Pergunte:
    • O que Deus nos mostrou?
    • Como Ele fez isso?
    • Como estávamos?

EXPLORANDO:

  • Qual a tendência natural do autor e que reflete a tendência da maioria das pessoas? (Página 328 – parágrafo 01)
  • Por que não conseguimos nos acomodar com o amor mais fácil? (Página 328 – parágrafo 01)
  • Como conseguimos viver o amor sacrifical? (Página 328 – parágrafo 01)
  • O que o Senhor Jesus Cristo nos ensinou sobre a regra de ouro em Lucas 6:32-35? (Página 329 – parágrafo 01)
  • Quais os três maiores mandamentos deixados pelo Senhor Jesus Cristo? (Página 329 – parágrafo 02)
  • Como a regra de ouro se relaciona com os três maiores mandamentos? (Página 329 – parágrafo 02)
  • O que o Senhor Jesus Cristo quis dizer quando nos pede para amar os inimigos? (Página 329 – parágrafo 03)
  • Como o Senhor Jesus Cristo nos orienta a agir em um relacionamento que não está como gostaríamos que estivesse? (Página 331 – parágrafo 01)
  • Quando devemos aplicar a regra de ouro em nossos relacionamentos? (Página 331 – parágrafo 01)
  • Por que normalmente temos dificuldades de entender um texto bíblico? (Página 331 – último parágrafo e página 332 – parágrafo 01)
  • Quais as quatros decisões que a regra de ouro nos pede para fazer? (Páginas 332 e 333)
  • O que significa dar a outra face? (Página 332 – parágrafo 01)
  • Qual a diferença entre um ato de vingança e um ato de amor? (Página 332 – parágrafo 01)
  • Por que escolher amar é um ato de coragem? (Página 332 – parágrafo 01)
  • Quando o Senhor Jesus Cristo nos pede para darmos também o casaco, o que Ele está querendo nos mostrar? Por quê? (Página 332 – parágrafo 02)
  • Como devemos agir diante da exigência de alguém? (Página 333 – parágrafo 02)
  • Por que o Senhor Jesus Cristo nos deu inúmeros exemplos de aplicação da regra de ouro? (Página 333 – parágrafo 04)
  • O que o Senhor Jesus Cristo realmente nos ensina ao nos dar os exemplos práticos da regra de ouro? (Página 333 – último parágrafo)
  • Por que agir como o Senhor Jesus Cristo nos pede não gera codependência? (Página 333 – último parágrafo e página 334 – parágrafo 01)
  • Para que Deus nos criou? (Página 334 – parágrafo 01)
  • Qual é a maneira de conquistarmos o inimigo? (Página 334 – parágrafo 02)
  • Quando agimos segundo o ensino do Senhor Jesus Cristo, como estamos agindo? (Página 334 – parágrafo 03)
  • Qual o melhor exemplo de amar os inimigos? (Página 335 – parágrafo 01)
  • Qual é a atitude do Senhor Jesus Cristo (que deve ser a nossa também) diante da regra de ouro? (Página 335 – último parágrafo)

APLICANDO:

  • Alguma vez já pediu força para Deus, a fim de agir em amor com alguém que estava lhe tratando como inimigo?
  • Existe alguma pessoa neste momento que precise pôr em prática a regra de ouro? O que precisa fazer para agir na prática?

O AMOR É SACRIFICIAL

GUIA DE ESTUDO CRESCIMENTO:

CRESCIMENTO:

  • Leia:
    • Tenham misericórdia dos outros, assim como o Pai de vocês tem misericórdia de vocês (Lucas 6:36 – NTLH)
  • Pergunte:
    • O que devemos ter para com os outros?
    • Qual é o padrão de nossa misericórdia?

EXPLORANDO:

  • Como o Senhor Jesus Cristo agiu em meio à zombaria e à dor? (Página 323 – parágrafo 01)
  • O que, na prática, o Senhor Jesus Cristo fez em sua oração? (Página 323 – parágrafo 01)
  • O que a regra de ouro revela? (Página 323 – parágrafo 02)
  • Qual é a natureza do amor? (Página 323 – parágrafo 02)
  • Por que não é um mal reconhecer que é impossível amar os inimigos? (Página 323 – parágrafo 03)
  • Por que o Senhor Jesus Cristo nos deu a ordem de amar os nossos inimigos? (Página 323 – parágrafo 03)
  • Quais os benefícios de vivermos a regra de ouro? (Página 323 – último parágrafo e página 324 – parágrafo 01)
  • O que o mundo precisa ver em nossas vidas? (Página 324 – parágrafo 01)
  • Como devem ser modelados os nossos relacionamentos? E qual deve ser o ponto de partida? (Página 325 – parágrafo 01)
  • O que é necessário para praticarmos esse ato de amor sacrifical? (Página 325 – parágrafo 01)
  • Por que é fácil acreditar que esse tipo de amor não funciona no mundo real? (Página 325 – parágrafo 02)
  • Qual é a razão para esse tipo de amor funcionar? (Página 325 – parágrafo 03)
  • O que é necessário para que a regra de ouro saia da teoria para a ação? De onde virá o recurso? (Página 325 – último parágrafo)
  • Por que a regra de ouro nas palavras do Senhor Jesus Cristo é tão impactante em relação ao mundo? (Página 326 – parágrafo 02)
  • Qual é a segunda coisa que precisa acontecer em nossas vidas? E qual é o benefício? (Página 326 – parágrafo 03)

APLICANDO:

  • Em quais relacionamentos você não tem colocado em prática o amor sacrificial, por acreditar nos motivos deste mundo para ele não funcionar?
  • O que precisa fazer para vencer o medo e passar agir com amor sacrificial?

A ponto de estourar – Parte 5

(Walter de Lima Filho – Domingo – 03/08/2014)

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2 Coríntios 1:8,9

Nós já sabemos que a ideia de que um verdadeiro cristão não fica emocionalmente abalado é falsa. O apóstolo Paulo não escondeu o que sentia, quando atravessou um momento de pressão exagerada. Vamos ler novamente o nosso texto base e responder algumas perguntas:

  • O que ele queria que os seus irmãos na fé soubessem?
  • Qual era a intensidade dos seus sofrimentos?
  • Qual era a expectativa de Paulo e de seus companheiros?
  • Como eles se sentiram e o que isso significa para você?
  • No entanto, o que Paulo e seus companheiros aprenderam?

Quando Paulo diz que ele aprendeu a confiar em Deus, que ressuscita os mortos, e não em si mesmo, quer dizer que ele não estava desistindo da sua missão de vida. Paulo era tremendamente persistente, porque conhecia profundamente o modo como Deus se envolvia na sua vida. Essa atitude de Paulo nos leva a um quinto princípio, a fim de enfrentarmos as pressões que a vida nos impõe.

QUINTO PRINCÍPIO

DIANTE DAS PRESSÕES, RECUSE-SE A DESISTIR!

Nós sabemos que sem alguma pressão alguma deixamos de existir, pois ficamos inertes, inativos ou estáticos. Sem pressão alguma, nós não realizamos o que devemos fazer, portanto, ficamos improdutivos em todos os setores. Paulo foi um homem que nunca se intimidou diante das pressões, e por isso, ele nos serve de exemplo.

1. Diante das pressões, seja persistente.

1.1. O exemplo da persistência de Paulo, diante das pressões externas. (2 Co.11:23-27)

Façamos uma lista de algumas pressões externas que Paulo sofreu:

  • Trabalhou mais do que os falsos líderes e foi preso mais vezes do que eles. (23)
  • Foi chicoteado mais do que eles, e, por muitas vezes, esteve em perigo de morte. (23)
  • Em cinco ocasiões, sofreu trinta e nove chicoteadas. (24)
  • Três vezes apanhou de porretes ou varas, e uma vez foi apedrejado. (25)
  • Sofreu três naufrágios, e num deles, permaneceu por um dia e uma noite boiando no mar. (25)
  • Passou por perigos de inundações e ladrões. (26)
  • Ele foi ameaçado várias vezes pelos seus patrícios judeus e pelos não judeus. (26)
  • Ele enfrentou perigos nas cidades, desertos, em alto mar, como os causados por falsos irmãos. (26)
  • Trabalhou duro, e às vezes, por noites adentro. (27)
  • Passou fome e sede. (27)

Em muitos momentos, faltou-lhe uma casa, comida e roupas.
Paulo sabia desde o princípio do seu trabalho cristão, que sofreria por amor a Cristo. Na cidade de Damasco, havia um homem chamado Ananias, servo de Deus e por Ele escolhido, para ir até onde Paulo estava para poder ajudá-lo nas coisas do Senhor. Porém, quando Ananias pregou a Paulo sobre a mensagem que Jesus lhe havia dado, ele não escondeu que a missão de Paulo seria sob grandes pressões e lutas:

icon_biblia 15 Mas o Senhor disse a Ananias: – Vá, pois eu escolhi esse homem para trabalhar para mim, a fim de que ele anuncie o meu nome aos não-judeus, aos reis e ao povo de Israel. 16 Eu mesmo vou mostrar a Saulo tudo o que ele terá de sofrer por minha causa. (At.9:15,16 NTLH)

Saiba que toda pregação que enfatiza por demais as vitórias terrenas e uma vida de bem estar neste mundo, não pode ser de todo verdadeira! Além do mais, todos nós sabemos que meias verdades são mentiras. É impossível ser um cristão verdadeiro e não passar por pressões.

No entanto, ao analisarmos a experiência de Paulo sob as pressões que ele sofreu, havia uma pressão interna, a qual ele mesmo declara ser o seu peso maior.

1.2. O exemplo de Paulo, diante das pressões internas – a sua preocupação com a Igreja.

Nós podemos ver isso nas suas próprias palavras:

icon_biblia  Além dessas e de outras coisas, ainda pesa diariamente sobre mim a preocupação que tenho por todas as igrejas. (1 Co.11:28 NTLH)

Repare na palavra “preocupação”, usada por Paulo, para descrever o seu sentimento. Essa palavra significa ansiedade, cuidado, pressão e tensão. É um sentimento que divide a pessoa, para que ela decida entre o que ela precisa ser e o que ela não quer ser. Paulo tinha que escolher entre continuar dentro do chamado Divino para a sua vida, ou abandoná-lo para se livrar de um fardo.

Em se tratando de Paulo como um cristão verdadeiro e comprometido com a missão que Jesus lhe deu, nós sabemos que as pressões externas que ele sofria em todo instante, não eram apenas ocasionais, mas verdadeiras ações satânicas.

Portanto, as pressões externas tinham como objetivo principal, desanimar Paulo para que não continuasse obediente a Cristo. A pressão interna (o Espírito e a Palavra de Deus) “gritava” para que Paulo agisse como alguém que foi escolhido e fortalecido por Deus (servo e apóstolo obediente). Então:

  • As pressões externas sempre agem contra o nosso caráter cristão.
  • A questão é: Nós agiremos e suportaremos as pressões, agindo como seguidores de Cristo?
  • As pressões internas sempre agem a favor do fortalecimento e aperfeiçoamento do nosso caráter cristão.
  • A questão: Nós estamos dispostos a confiar e a viver por amor a Cristo, mesmo que isso custe a nossa alegria terrena?

Paulo disse o seguinte, enquanto escrevia aos cristãos de Roma:

icon_biblia  3 E também nos alegramos nos sofrimentos, pois sabemos que os sofrimentos produzem a paciência, 4 a paciência traz a aprovação de Deus, e essa aprovação cria a esperança. (Rm.5:3,4 NTLH)

Diante das pressões, nós temos a tendência de não acreditarmos que é possível viver uma vida aprovada por Deus, pelo fato de não sermos pacientes nos sofrimentos e reveses que a vida nos impõe.

Entretanto, Paulo nos diz que devemos ter “alegria” ao estarmos sob as pressões e ela vem do conhecimento que temos da Palavra de Deus, que mostra o trabalho Divino em nós. Saibamos que a nossa fé (o conhecimento que temos de Deus) sempre será testada, a fim de que sejamos perseverantes, maduros e corretos nos nossos pensamentos e ações.

Tiago fala sobre isso:

icon_biblia  3 Pois vocês sabem que, quando a sua fé vence essas provações, ela produz perseverança. 4 Que essa perseverança seja perfeita a fim de que vocês sejam maduros e corretos, não falhando em nada! (Tg.1:3,4, NTLH)

Portanto, não espere que as pressões cheguem para buscar alguém que conheça a Bíblia por você. Volto a dizer sobre a importância da sua participação em um grupo pequeno, a fim de compartilhar as suas experiências pessoais e ouvir as de outros, para juntarem forças em oração e se fortalecerem mutuamente no Senhor.

Como é importante que em cada grupo pequeno exista um plano de leitura anual da Bíblia, pois assim, haverá um conhecimento maior das histórias e exemplos de pessoas que permaneceram firmes na fé. Além disso, o conhecimento das Verdades Divinas cresce e floresce!

2. Diante das pressões, use o conhecimento que você adquiriu da Palavra e do caráter de Deus, pois é isso que o ajudará ficar firme diante das lutas diárias.

Sem o conhecimento da Bíblia que nos leva a conhecer o caráter de Deus (fé), é impossível que o cristão se mantenha firme diante das pressões. É esse conhecimento (fé) que nos dá firmeza moral, determinação e dignidade diante das lutas, para não desistirmos ou desanimarmos.

2.1. O conhecimento Divino que Paulo possuía, dava-lhe uma grande visão sobre o cuidado de Deus pela sua vida. (2 Co.4:6-9)

Após termos lido este texto, reparemos no verso 6 novamente. Deus é capaz de fazer brilhar a Sua luz, a fim de termos o conhecimento da Sua glória (Seu pleno poder e esplendor), que brilha no rosto de Cristo, a Quem nós servimos. (6) Paulo chama esse conhecimento de “tesouro espiritual” que está dentro de potes frágeis de barro, que somos nós. (7)

Esse conhecimento nos leva a entender que nós não temos força suficiente para enfrentarmos todas as pressões exageradas que nos sobrevêm. Então, pelo conhecimento que temos de Deus em Cristo, passamos a depender Dele. (7)

Então, devemos confiar que:

  • Quando formos pressionados pelas dificuldades, não existirá em nós um espírito de derrota. (8)
  • Quando não entendemos as razões do que nos está acontecendo, não desistimos. (8)
  • Quando somos perseguidos, sabemos que Deus nunca nos abandona. (9)
  • Quando somos derrubados, não ficamos caídos, mas somos levantados por Deus e seguimos em frente em obediência. (9)

Portanto,

“Diante das pressões, seja verdadeiro quanto aos seus desapontamentos.”

  • Aceitemos as pressões como parte da vida.
  • Saibamos que quando a pressão é exagerada, ela pode gerar dor e frustração.
  • Enfrentemos as emoções negativas com coragem, e não mascaremos a situação.
  • Confiemos na presença de Deus, pois Ele sempre está perto para nos oferecer ajuda.

Nós aprendemos que se não lidarmos logo com os despontamentos, poderemos ficar amargurados. Deus nos diz que um espírito de amargura é tanto prejudicial para nós mesmos como para a Sua Igreja. Então, quando percebemos que estamos murmurando demais, é melhor tratarmos logo desse sentimento nocivo.

“Diante das pressões e desapontamentos, rejeite o espírito de amargura.”

Nós sempre iremos nos machucar nesta vida. (cf. Jo.16:33)

  • Tome cuidado para não ser dependente emocional de outra pessoa.
  • Procure não levantar barreiras, por medo de ser machucado novamente.

Seja prudente, pois você não pode controlar todas as circunstâncias. (cf. Pv.4:23)

  • Ser prudente é ser reflexivo; por isso, pense muito antes de agir.
  • Decida por ações que Deus aprove e você experimentará a felicidade.
  • Saiba que a felicidade não depende de uma boa circunstância, mas da sua obediência a Deus em qualquer situação. (cf. Mt.5:5)

Lute contra o espírito da amargura, pois ele tem o poder de não somente machucar você, como também outras pessoas. (cf. Hb.12:15)
Desenvolva um espírito de gratidão a Deus. (cf. 1 Ts.5:16-18)

  • Em meio a pressões, encontre razões para agradecê-Lo.
  • Procure lembrar-se das bênçãos que Deus já lhe deu, e agradeça-O por elas.

“Sob pressão e ao sentir-se amargurado, não se isole, mas aprenda a receber ajuda de irmãos piedosos.”

  • Gostemos ou não, nós precisamos de pessoas. (Pv.17:17)
  • Sozinhos, a nossa perspectiva se torna limitada. (Pv.18:24)
  • Recebermos ajuda é importante, mas que nós compartilhemos com outros a mesma ajuda que recebemos do Senhor. (2 Co.1:3,4; Pv.11:25; 1 Ts.5:11; Gl.6:2; Hb.10:24,25)

“Diante das pressões, foque a sua vida em Cristo.”

  • Pare de focar demasiadamente o seu problema, e com firmeza, olhe para Cristo.
  • Apegue-se à Palavra de Deus e a leia com constância.
  • Lembre-se sempre da bondade de Deus.
  • Confie no poder de Deus.

“Diante das pressões, recuse-se a desistir!”

  • Seja persistente.
  • Use o conhecimento que você adquiriu da Palavra e do caráter de Deus, pois é isso que o ajudará ficar firme diante das lutas diárias.

A minha esperança é que através desta série, Jesus possa ter nos ajudado a compreender mais e mais sobre a nossa responsabilidade de nos mantermos na fé verdadeira e de não tomarmos “caminhos fáceis e místicos” que nos são apresentados por falsas doutrinas, que são ensinadas por falsos mestres.

Saibamos que cristão sofre por defender os princípios de Deus em Cristo, mas que a glória eterna, que é indescritivelmente maior do que tudo que passamos nesta vida será nossa!

Que nós vivamos para a glória de Deus e tenhamos prazer na escolha que Ele fez por nós, a fim de cooperarmos com Cristo na propagação, com coragem, do Seu verdadeiro Evangelho!

Defendendo a fé em tempos de apostasia – Parte 8

(Walter de Lima Filho – Terça – 29/07/2014)

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Judas 3, 4

“POR QUE DEVEMOS COMBATER A FAVOR DA FÉ?” (1)

Na semana passada comentei sobre a convocação Divina, a fim de que combatamos a favor da fé que uma vez por todas foi dada aos que são amados por Deus. Estes são os que abandonaram as coisas profanas do mundo (um sistema de vida que se opõe aos princípios da Verdade Divina).

Por tal decisão, essas pessoas são amadas por Deus, pois não só se afastaram das coisas que desagradam a Deus, mas se dedicaram completamente a Ele. Deus conta com tais pessoas para essa batalha agonizante! No entanto, qual é a razão da convocação Divina para esse combate em defesa da fé?

1. A Escritura Sagrada está sendo colocada em segundo plano.

Judas disse:

icon_biblia (…) Então senti que era necessário escrever agora para animá-los a combater a favor da fé que, uma vez por todas, Deus deu ao seu povo. (Jd.3 NTLH)

Deus já nos deu tudo o que precisávamos e aprendemos a receber o que Ele nos deu, por meio das Escrituras Sagradas. Por que eu digo isso? Quando Judas fala sobre combatermos a favor da fé, ele está se referindo ao conjunto da Verdade que nos foi dada, a fim de, por meio dela, aprendermos sobre o caráter de Deus, Seus planos, no Seu processo para a nossa salvação eterna, como também desenvolvermos a nossa vida de serviço cristão.

1.1. Não existe poder no serviço cristão sem conhecimento espiritual.

Pedro declarou o seguinte:

icon_biblia  O poder de Deus nos tem dado tudo o que precisamos para viver uma vida que agrada a ele, por meio do conhecimento que temos daquele que nos chamou para tomar parte na sua própria glória e bondade. (2 Pe.1:3 NTLH)

Pedro está dizendo que à medida que conhecemos melhor a Cristo em todos os Seus aspectos, sabemos como viver do modo que agrada a Deus, e assim, por meio do Seu poder, Ele nos dará todas as condições para participarmos da Sua plenitude e graça.

1.2. O conhecimento bíblico é essencial para sermos úteis nas mãos de Deus.

O conhecimento que adquirimos de Cristo e dos Seus conselhos por meio da Bíblia é essencial para vivermos uma vida que agrade a Deus, e assim, damos-Lhe a oportunidade de manifestar a Sua glória, ou seja, todo o Seu poder e bondade. É por essa razão, que Deus preservou as Sagradas Escrituras (a Bíblia), a fim de sermos preparados para realizar a Sua vontade nesta Terra, do modo que Lhe agrade. Paulo nos ensina o seguinte:

icon_biblia  16 Pois toda a Escritura Sagrada é inspirada por Deus e é útil para ensinar a verdade, condenar o erro, corrigir as faltas e ensinar a maneira certa de viver. 17 E isso para que o servo de Deus esteja completamente preparado e pronto para fazer todo tipo de boas ações. (2 Tm.3:16,17 NTLH)

A Bíblia é a Palavra de Deus e ela foi escrita por homens que receberam a Sua inspiração. Esses homens não perderam a consciência quando a estavam escrevendo. A Bíblia não é uma psicografia (ação ou efeito de escrever mensagens ditadas e descritas por um espírito desencarnado). Ela foi “soprada” ao espírito dos profetas, salmistas e apóstolos.

Todos esses homens receberam uma inspiração, ou seja, Deus soprou para dentro deles a Sua vontade, Suas advertências e a Sua Verdade. Essa ação de Deus “ecoou” dentro deles, a ponto de perceberem a ação do Espírito de Deus, e assim, eles escreveram a inspiração de Deus em pedras, couros e papiros. É importante enfatizar de que eles nunca perderam a consciência própria.

Por se tratar da vontade de Deus, a Escritura Sagrada é útil, ou seja, ela é lucrativa, proveitosa e traz vantagem quando ensinada, pois ela mostra os nossos erros e nos corrige, para que possamos viver uma vida correta e aprovada por Deus.

Além do mais, ela mostra o que realmente somos, ou seja, “homens de Deus” e por ela, nós somos preparados e capacitados para fazermos as obras que Ele planejou que fizéssemos desde a eternidade. Isso não é maravilhoso?

Todo pregador, como a sua igreja, jamais deve se afastar da Bíblia! Ela jamais deverá estar em segundo plano, pois é dela que surgem os motivos para orações, louvores, cânticos, serviço cristão e uma vida de moral elevada. Tudo o que Deus pensa e deseja, está escrito nas suas páginas.

A Bíblia foi preservada para ser ensinada, pois nela está todo o conselho de Deus. Deus não pediu que inventássemos doutrinas, que distorcêssemos o que Ele já nos revelou, mas que ensinássemos toda a Sua Verdade, ou seja, a “fé” (conjunto de verdades) que Ele nos deu de uma vez por todas.

Toda vez que me preparo para pregar, eu peço a Deus que me ajude a não emitir opiniões pessoais, mas que eu possa falar sobre as “Suas verdades que estão na Verdade” (na Bíblia). Eu peço coragem para falar o que deve ser falado, para ensinar o que deve ser ensinado. Eu peço a Sua “inspiração”, o Seu “sopro”, a ação e a capacitação do Seu Espírito. A minha oração é que eu “repita” fielmente o que já foi dito pelo Pai!

Como o povo de Deus poderá viver uma vida que agrada a Deus, se não aprender todo o Seu conselho? Jamais se iluda achando que por receber um grande milagre ou cura da parte de Deus, Ele está aprovando a sua maneira de viver! Não é pelo fato de frequentar uma igreja local que Deus está feliz com você! Você precisa entender as razões de Ele ter feito o que fez e de tê-lo colocado em uma determinada igreja local.

Quando Deus age a nosso favor, seja realizando um milagre ou cura, Ele o faz para que vejamos o Seu tremendo poder e aceitemos o Seu processo transformador, que nos preparará para servi-Lo adequadamente, na igreja local em que Ele nos colocar. Repare as palavras de Paulo no texto que lemos: “E isso para que o servo de Deus esteja completamente preparado e pronto para fazer todo tipo de boas ações.”

1.3. O conhecimento bíblico nos dá a compreensão da boa, perfeita e agradável vontade de Deus.

Esse preparo vem da Palavra de Deus, que nos ensina sobre que tipo de gente nós devemos ser e como fazermos a Sua vontade neste mundo. Sem o ensino da Palavra de Deus, o povo se perde e o trabalho cristão enfraquece. Além do mais, quando isso acontece, nós passamos a buscar mais os nossos interesses do que a vontade de Deus.

O apóstolo Paulo disse:

icon_biblia  Não vivam como vivem as pessoas deste mundo, mas deixem que Deus os transforme por meio de uma completa mudança da mente de vocês. Assim vocês conhecerão a vontade de Deus, isto é, aquilo que é bom, perfeito e agradável a ele. (Rm.12:2 NTLH)

Paulo inicia dando um conselho, para não vivamos como as pessoas deste mundo. Como elas vivem? Vivem para si mesmas, ou seja, buscando seus desejos, o que é bom e agradável a elas. Nós temos presenciado os péssimos resultados dessa conduta! Portanto, nós só podemos conhecer a gloriosa vontade de Deus, quando não vivemos como as pessoas deste mundo.

Então, Paulo fala da vontade de Deus para nós: uma mente transformada para conhecermos “aquilo que é bom, perfeito e agradável a Ele”. A minha esperança é que sejamos convencidos pelo Espírito de Deus, que “aquilo que é bom, perfeito e agradável a Ele”, será bom, perfeito e agradável a nós também!

O mundo não pode entender isso devido à sua insensatez espiritual e pela sua imprudência, pagará “um preço muito alto”, ou seja, o castigo eterno de Deus.

1.4. Amemos a Palavra de Deus, pois ela nos conduz ao caminho do bom juízo.

Paulo nos ensina o seguinte:

icon_biblia  Não ajam como pessoas sem juízo, mas procurem entender o que o Senhor quer que vocês façam. (Ef.5:17 NTLH)

Paulo, pelo Espírito de Deus, pede que nós não procedamos imprudentemente, mas que procuremos descobrir e fazer tudo o que o Senhor quer que façamos. Isso será bom para nós e para outras pessoas.

1.5. Amemos a Palavra de Deus, pois ela nos ensina como podemos nos afastar das coisas profanas deste mundo.

João declarou o seguinte:

icon_biblia  Deixem de amar este mundo mau e tudo o que ele lhes oferece, pois quando vocês amam estas coisas mostram que realmente não amam a Deus. (1 Jo.2:15 NTLH)

1.6. Amemos a Palavra de Deus, pois ela nos guia a uma vida de pureza.

Paulo disse o seguinte:

icon_biblia  O que Deus quer de vocês é isto: que sejam completamente dedicados a ele e que fiquem livres da imoralidade. (1 Ts.4:3 NTLH)

Nós só conseguimos vencer os pecados sexuais, quando estamos próximos de Deus e conhecemos as Suas intenções que nos são dadas por toda palavra que sai da Sua boca.

Este último princípio nos conduzirá na próxima semana, a outra razão para combatermos a favor da fé, que uma vez por todas, foi dada aos que Deus ama.