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ESQUEÇA O IDEAL, PERSIGA O REAL

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AME SEUS INIMIGOS

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OS PRINCÍPIOS DE RELACIONAMENTOS DE JESUS

GUIA DE ESTUDO CRESCIMENTO: EXPLORANDO: Como o Senhor Jesus Cristo mostrou que dá prioridade aos relacionamentos? (Página 343 – parágra...

OS PRINCÍPIOS DE RELACIONAMENTOS DE JESUS

GUIA DE ESTUDO CRESCIMENTO:

EXPLORANDO:

  • Como o Senhor Jesus Cristo mostrou que dá prioridade aos relacionamentos? (Página 343 – parágrafo 02)
  • Como o Senhor Jesus Cristo pede que amemos os irmãos na fé? (Página 343 – parágrafo 03)
  • Como o Senhor Jesus Cristo se comunicava, e com quem? (Página 344 – parágrafo 01)
  • O que o Senhor Jesus Cristo nos ensinou quando deu o exemplo do cisco no olho? (Página 344 – parágrafo 02)
  • Qual é o caminho para a verdadeira grandeza? (Página 344 – parágrafo 03)
  • Qual é o desafio que o Senhor Jesus Cristo nos faz, em Mateus 18:4? (Página 344 – parágrafo 03)
  • Qual é a regra de ouro e o que ela pode fazer em nossos relacionamentos? (Página 344 – parágrafo 04)
  • Qual é o maior exemplo de prática da regra de ouro? (Página 344 – último parágrafo)
  • Quais os seis princípios de relacionamentos que aprendemos nesta campanha ao estudarmos a vida do Senhor Jesus Cristo? (Página 345 e 346)

APLICANDO:

  • Alguma vez tentou praticar esses princípios e não conseguiu? Qual foi sua reação? Por quê?
  • O que você deve fazer para substituir a sua frustração por perseverança em praticar esses princípios até transformar todos os seus relacionamentos?

ESQUEÇA O IDEAL, PERSIGA O REAL

GUIA DE ESTUDO CRESCIMENTO:

CRESCIMENTO:

  • Leia:
    • Portanto, meus irmãos, por causa da grande misericórdia divina, peço que vocês se ofereçam completamente a Deus como um sacrifício vivo, dedicado ao seu serviço e agradável a Ele. Esta é a verdadeira adoração que vocês devem oferecer a Deus. (Romanos 12:1 – NTLH)
  • Pergunte:
    • O que devemos fazer?
    • Como devemos fazer?
    • Por que devemos fazer?
    • O que isso representa?

EXPLORANDO:

  • O que pode nos afastar da alegria genuína de um relacionamento? (Página 337 – parágrafo 01)
  • Qual é o alvo do amor? (Página 338 – último parágrafo)
  • Por que devemos nos livrar da visão de uma vida ideal? (Página 339 – parágrafo 01)
  • Por que normalmente desistimos de melhorar nossos relacionamentos? (Página 339 – parágrafo 01)
  • Como e por que fazemos do ideal um ídolo? (Página 339 – parágrafo 02 e 03)
  • O que fazer do ideal um ídolo pode fazer em nossos relacionamentos? (Página 339 – parágrafo 03)
  • Como mudar o foco de uma vida ideal para uma vida de amor? (Página 339 – último parágrafo)
  • Por que não podemos tentar aperfeiçoar a vida, nós mesmos e a quem amamos? (Página 341 – último parágrafo)
  • Como devemos agir diante da perfeição de Deus? (Página 341 – último parágrafo)

APLICANDO:

  • Você já deixou de receber algo grandioso de Deus por que se apegou a uma imagem idealizada?

AME SEUS INIMIGOS

GUIA DE ESTUDO CRESCIMENTO:

CRESCIMENTO:

  • Leia:
    • Mas Deus nos mostrou o quanto no ama: Cristo morreu por nós quando ainda vivíamos no pecado. (Romanos 5:8 – NTLH)
  • Pergunte:
    • O que Deus nos mostrou?
    • Como Ele fez isso?
    • Como estávamos?

EXPLORANDO:

  • Qual a tendência natural do autor e que reflete a tendência da maioria das pessoas? (Página 328 – parágrafo 01)
  • Por que não conseguimos nos acomodar com o amor mais fácil? (Página 328 – parágrafo 01)
  • Como conseguimos viver o amor sacrifical? (Página 328 – parágrafo 01)
  • O que o Senhor Jesus Cristo nos ensinou sobre a regra de ouro em Lucas 6:32-35? (Página 329 – parágrafo 01)
  • Quais os três maiores mandamentos deixados pelo Senhor Jesus Cristo? (Página 329 – parágrafo 02)
  • Como a regra de ouro se relaciona com os três maiores mandamentos? (Página 329 – parágrafo 02)
  • O que o Senhor Jesus Cristo quis dizer quando nos pede para amar os inimigos? (Página 329 – parágrafo 03)
  • Como o Senhor Jesus Cristo nos orienta a agir em um relacionamento que não está como gostaríamos que estivesse? (Página 331 – parágrafo 01)
  • Quando devemos aplicar a regra de ouro em nossos relacionamentos? (Página 331 – parágrafo 01)
  • Por que normalmente temos dificuldades de entender um texto bíblico? (Página 331 – último parágrafo e página 332 – parágrafo 01)
  • Quais as quatros decisões que a regra de ouro nos pede para fazer? (Páginas 332 e 333)
  • O que significa dar a outra face? (Página 332 – parágrafo 01)
  • Qual a diferença entre um ato de vingança e um ato de amor? (Página 332 – parágrafo 01)
  • Por que escolher amar é um ato de coragem? (Página 332 – parágrafo 01)
  • Quando o Senhor Jesus Cristo nos pede para darmos também o casaco, o que Ele está querendo nos mostrar? Por quê? (Página 332 – parágrafo 02)
  • Como devemos agir diante da exigência de alguém? (Página 333 – parágrafo 02)
  • Por que o Senhor Jesus Cristo nos deu inúmeros exemplos de aplicação da regra de ouro? (Página 333 – parágrafo 04)
  • O que o Senhor Jesus Cristo realmente nos ensina ao nos dar os exemplos práticos da regra de ouro? (Página 333 – último parágrafo)
  • Por que agir como o Senhor Jesus Cristo nos pede não gera codependência? (Página 333 – último parágrafo e página 334 – parágrafo 01)
  • Para que Deus nos criou? (Página 334 – parágrafo 01)
  • Qual é a maneira de conquistarmos o inimigo? (Página 334 – parágrafo 02)
  • Quando agimos segundo o ensino do Senhor Jesus Cristo, como estamos agindo? (Página 334 – parágrafo 03)
  • Qual o melhor exemplo de amar os inimigos? (Página 335 – parágrafo 01)
  • Qual é a atitude do Senhor Jesus Cristo (que deve ser a nossa também) diante da regra de ouro? (Página 335 – último parágrafo)

APLICANDO:

  • Alguma vez já pediu força para Deus, a fim de agir em amor com alguém que estava lhe tratando como inimigo?
  • Existe alguma pessoa neste momento que precise pôr em prática a regra de ouro? O que precisa fazer para agir na prática?

A nossa fé sempre será provada – Parte 1

(Walter de Lima Filho – Domingo – 10/08/2014)

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Tiago 1:12-16

Nós aprendemos que as pressões externas, sejam elas circunstanciais ou pessoais, fazem com que fiquemos emocionalmente desestabilizados. Nesse estado, teremos que decidir sobre que voz desejaremos ouvir, isto é, a dos nossos desejos pessoais ou a voz do Espírito de Deus, que grita em nosso interior sobre a vontade do Pai.

Quando estamos emocionalmente abalados, temos a tendência de ficarmos descuidados e podemos tomar decisões erradas, pois deixamos de observar as orientações da Palavra de Deus e o trabalho do Espírito de Deus em nosso interior. Deus sabe disso e constantemente testa a nossa fé.

Esses testes são os únicos meios, pelos quais, nós podemos crescer e amadurecer na fé. Por essa razão, Deus “permite” que passemos por certas circunstâncias adversas ou crises, a fim de colocar a nossa fé ou fidelidade a Ele à prova. Todos nós seremos testados!

Eu quero iniciar uma série sobre “A Nossa Fé Sempre Será Provada!” e ao longo dessas meditações, procuraremos entender alguns pontos:

  • Qual é a diferença entre provação e tentação?
  • Deus realmente prova a nossa fé e por que Ele faz?
  • Como Deus prova a nossa fé?

“NÃO CONFUNDA PROVAÇÃO COM TENTAÇÃO!”

Quando nós enfrentamos situações difíceis, indecisões, medos e ao mesmo tempo a doce sensação dos desejos tomando conta do nosso coração, é uma tentação ou uma provação? Nós precisamos compreender tanto uma quanto a outra, a fim de não ficarmos confusos.

1. A Tentação.

A Bíblia, através de Tiago, nos diz o seguinte:

icon_biblia 12 Feliz é aquele que nas aflições continua fiel! Porque, depois de sair aprovado dessas aflições, receberá como prêmio a vida que Deus promete aos que o amam. 13 Quando alguém for tentado, não diga: “Esta tentação vem de Deus.” Pois Deus não pode ser tentado pelo mal e ele mesmo não tenta ninguém. 14 Mas as pessoas são tentadas quando são atraídas e enganadas pelos seus próprios maus desejos. 15 Então esses desejos fazem com que o pecado nasça, e o pecado, quando já está maduro, produz a morte. 16 Não se enganem, meus queridos irmãos. (Tg.1:12-16 NTLH)

1.1. Jamais digamos que Deus nos conduziu ao mal, pois Nele não habita a maldade.

Tiago nos apresenta duas verdades que todos nós devemos crer: •Deus não é tentado pelo mal. •Deus não tenta ninguém.

Deus não pode ser tentado pelo mal, porque Nele não existem maus desejos, e por isso, Ele não pode conduzir Seus filhos a praticarem o que é mal. Jesus disse ao jovem rico:

icon_biblia (…) Só Deus é bom, e mais ninguém. (Mc.10:18 NTLH)

Na Bíblia, o adjetivo “bom” (no grego agathos) tem o seguinte significado: “que possui constituição ou natureza boa, útil, saudável, excelente, honesto, agradável, amável, alegre, feliz, honrado e distinto”.

Nós gostamos de dizer que tal pessoa é boa, mas ela não é boa segundo a definição bíblica, pois o mal habita nela. Jesus disse algo que pode abrir nossas mentes para essa verdade:

Nós aprendemos que as pressões externas, sejam elas circunstanciais ou pessoais, fazem com que fiquemos emocionalmente desestabilizados. Nesse estado, teremos que decidir sobre que voz desejaremos ouvir, isto é, a dos nossos desejos pessoais ou a voz do Espírito de Deus, que grita em nosso interior sobre a vontade do Pai.

Quando estamos emocionalmente abalados, temos a tendência de ficarmos descuidados e podemos tomar decisões erradas, pois deixamos de observar as orientações da Palavra de Deus e o trabalho do Espírito de Deus em nosso interior. Deus sabe disso e constantemente testa a nossa fé.

Esses testes são os únicos meios, pelos quais, nós podemos crescer e amadurecer na fé. Por essa razão, Deus “permite” que passemos por certas circunstâncias adversas ou crises, a fim de colocar a nossa fé ou fidelidade a Ele à prova. Todos nós seremos testados!

Eu quero iniciar uma série sobre “A Nossa Fé Sempre Será Provada!” e ao longo dessas meditações, procuraremos entender alguns pontos:

  • Qual é a diferença entre provação e tentação?
  • Deus realmente prova a nossa fé e por que Ele faz?
  • Como Deus prova a nossa fé?

“NÃO CONFUNDA PROVAÇÃO COM TENTAÇÃO!”

Quando nós enfrentamos situações difíceis, indecisões, medos e ao mesmo tempo a doce sensação dos desejos tomando conta do nosso coração, é uma tentação ou uma provação? Nós precisamos compreender tanto uma quanto a outra, a fim de não ficarmos confusos.

1. A Tentação.

A Bíblia, através de Tiago, nos diz o seguinte:

icon_biblia 12 Feliz é aquele que nas aflições continua fiel! Porque, depois de sair aprovado dessas aflições, receberá como prêmio a vida que Deus promete aos que o amam. 13 Quando alguém for tentado, não diga: “Esta tentação vem de Deus.” Pois Deus não pode ser tentado pelo mal e ele mesmo não tenta ninguém. 14 Mas as pessoas são tentadas quando são atraídas e enganadas pelos seus próprios maus desejos. 15 Então esses desejos fazem com que o pecado nasça, e o pecado, quando já está maduro, produz a morte. 16 Não se enganem, meus queridos irmãos. (Tg.1:12-16 NTLH)

1.1. Jamais digamos que Deus nos conduziu ao mal, pois Nele não habita a maldade.

Tiago nos apresenta duas verdades que todos nós devemos crer: •Deus não é tentado pelo mal. •Deus não tenta ninguém.

Deus não pode ser tentado pelo mal, porque Nele não existem maus desejos, e por isso, Ele não pode conduzir Seus filhos a praticarem o que é mal. Jesus disse ao jovem rico:

icon_biblia (…) Só Deus é bom, e mais ninguém. (Mc.10:18 NTLH)

Na Bíblia, o adjetivo “bom” (no grego agathos) tem o seguinte significado: “que possui constituição ou natureza boa, útil, saudável, excelente, honesto, agradável, amável, alegre, feliz, honrado e distinto”.

Nós gostamos de dizer que tal pessoa é boa, mas ela não é boa segundo a definição bíblica, pois o mal habita nela. Jesus disse algo que pode abrir nossas mentes para essa verdade:

icon_biblia 9 Por acaso algum de vocês, que é pai, será capaz de dar uma pedra ao seu filho, quando ele pede pão? 10 Ou lhe dará uma cobra, quando ele pede um peixe? 11 Vocês, mesmo sendo maus, sabem dar coisas boas aos seus filhos. Quanto mais o Pai de vocês, que está no céu, dará coisas boas aos que lhe pedirem! (Mt.7:9-11 NTLH)

Nunca um pai verdadeiro desejará oferecer o que não é bom para seus filhos! No entanto, ele não pode mudar a sua natureza, que é má, por oferecer coisas boas, segundo ele, aos seus filhos. Nem sempre um pai oferece a seus filhos o que segundo a Palavra de Deus é “bom”, ou seja, “aquilo que é útil, saudável, excelente, honesto, agradável, amável, alegre, feliz, honrado e distinto deste mundo profano”.

Deus, como modelo para todos os pais, anseia que seus filhos tenham uma constituição ou natureza boa. Às vezes, Deus deixa de nos dar certas coisas, porque aquilo que queremos não nos tornará excelentes, honestos, saudáveis, distintos desse mundo profano.

Como ficaríamos “felizes e alegres”, se pudéssemos ter tudo o que desejamos de Deus! Porém, Ele nos conhece interiormente e sabe que corromperíamos a nossa natureza cristã, caso desse a nós tudo o que quiséssemos. Então, a razão de Deus não nos dar certas coisas que tanto desejamos em certo momento, é porque elas não serão úteis, saudáveis e agradáveis.

Como cristãos, nós aprendemos que a vontade Deus deve ser boa, perfeita e agradável A ELE! (cf. Rm.12:2) O nosso prazer é cumprirmos a Sua vontade, pois quando a fazemos, ficamos felizes e somos abençoados pelo Pai. Na vontade de Deus não existe o mal como ganância, mesquinhez, avareza, ódio, egoísmo, mas alvos de utilidade, de honra, excelência e saúde.

A vontade de Deus é “útil, saudável, excelente, honesta, agradável, amável, alegre, feliz, honrada e distinta deste mundo profano”, e por isso, ela é “boa”! A vontade de Deus é “boa” porque Deus é “bom”, pois ela vem de um “Ser” em Quem não há mancha de maldade e egoísmo, cuja constituição ou natureza é boa.

Todo pregador deve ser honesto com o povo que Deus lhe confiou, dando a ele o que é bom de acordo com a Sua Palavra. Ele não deve oferecer o que “acha” ser o melhor para os filhos de Deus, mas ensinar a vontade do Pai, para que, desse modo, e sob o fluxo da graça Divina, as pessoas cresçam como pessoas boas, de acordo com a definição da Palavra de Deus.

1.2. Tomemos cuidado, pois o “Inimigo” procurará usar os nossos desejos pessoais para estimular o que há de pior em nós.

Nós já sabemos que as tentações surgem dos nossos desejos maus. Portanto, a tentação tem como alvo nos afastar do padrão de vida moral estabelecido por Deus. É por isso que ela utiliza os nossos sonhos, fantasias e desejos egoístas. Ela age por meio dos princípios humanos, e as paixões da nossa carne é o seu campo de ação. O Inimigo nos seduz, a fim de que duvidemos do amor, do perdão e da justiça de Deus.

Enganados pelos próprios desejos, fazemos nascer o pecado, ou seja, agimos de um modo que Deus não aprova, porque queremos por demais satisfazer os nossos desejos carnais. Quando isso acontece, nós nos afastamos de Deus, e a Bíblia chama esse estado de “morte espiritual”.

O que nos separa de Deus e das Suas ricas bênçãos é a nossa insensatez, e essa falta de prudência nos custa muito. Além do mais, temos a tendência de culparmos a Deus pela nossa falta de juízo. O Livro de Provérbios diz:

icon_biblia  A falta de juízo é o que faz a pessoa cair na desgraça; no entanto ela põe a culpa em Deus, o SENHOR. (Pv.19:3 NTLH)

2. A Provação.

Nós já sabemos que Deus não tenta a ninguém, pois se assim fizesse, Ele estaria afastando de Si mesmo a Sua criação. No entanto, Deus “permite” que passemos por situações difíceis para testar a nossa fé ou fidelidade a Ele. Deus não faz isso porque nos desconhece, mas porque a nossa fé ou fidelidade a Ele precisa ser fortalecida.

2.1. Quando tivermos que passar por provações Divinas, saibamos que elas visam o nosso fortalecimento moral e espiritual.

O objetivo da provação é fazer-nos pessoas com forte convicção moral e espiritual. As crises e as situações difíceis criadas pela provação fortalecerão a nossa intimidade com Deus, porque Deus não deseja destruir-nos, mas sim, fortalecer a nossa confiança Nele!

A Bíblia nos revela muitos momentos em que as pessoas foram provadas acerca da sua fé. Basta lermos o capítulo onze da Carta aos Hebreus, no Novo Testamento, pois se encontra a galeria dos nossos “heróis da fé”. Foram homens que decidiram agradar a Deus e que aceitaram os testes Divinos.

2.2. Que nós confiemos na capacitação Divina, que sempre nos ajuda a perseverarmos e a superarmos situações difíceis.

A tentação procede “de dentro para fora” e a provação “de fora para dentro”. Ela surge de situações, pessoas e circunstâncias. A provação gera obediência, e a tentação, a submissão aos nossos desejos egoístas. Nós nunca somos tentados além das nossas forças. Paulo nos diz o seguinte:

As tentações que vocês têm de enfrentar são as mesmas que os outros enfrentam; mas Deus cumpre a sua promessa e não deixará que vocês sofram tentações que vocês não têm forças para suportar. Quando uma tentação vier, Deus dará forças a vocês para suportá-la, e assim vocês poderão sair dela. (1 Co.10:13 NTLH)

Quando nós somos provados por Deus, significa que Ele permite que atravessemos dificuldades e crises que servirão como testes para a nossa fé. Entretanto, Deus não nos colocará em uma situação que não possamos suportar. Ele respeita a nossa maturidade, ou seja, a nossa medida de conhecimento acerca da Sua Verdade.

Eu não sei o que você está passando, mas antes de sair por aí correndo atrás de alguém que diga possuir o segredo de livrar pessoas de todos os seus problemas, procure a presença de Deus, a fim de conhecer a Sua vontade para a sua vida.

Saiba que, na Bíblia, há momentos de grandes livramentos e há outros quando as pessoas tiveram que enfrentar suas crises ou circunstâncias desagradáveis, porque Deus queria fortalecê-las, a fim de que pudessem suportar aqueles momentos. A razão Divina para tudo isso, era o crescimento moral e espiritual.

Em tempos de provação, parece que a presença de Deus desaparece e o Seu silêncio é assustador! Pense em uma sala de aula, quando o professor dá um teste aos seus alunos. Durante a prova, ele não fala nada e faz com que a sua presença passe despercebida. Apesar de ele não falar, o professor está lá, e assim é com Deus.

2.3. A provação é ilógica e a tentação é lógica; portanto, tomemos cuidado, para que não nos deixemos levar pela lógica da tentação.

A provação é ilógica e os exemplos bíblicos são numerosos. No entanto, cito alguns:

  • Noé e a construção da arca.
  • Abraão e o sacrifício de Isaque.
  • A passagem pelo Mar Vermelho.
  • A queda dos muros de Jericó.

Você pode não estar entendendo o seu momento e Deus lhe pede para esperar Nele, ou seja, para que não dê nenhum passo sem antes consultá-Lo e ter a convicção de que Ele o esteja orientando. Isso é lógico ou ilógico? Dentro dos padrões deste mundo é ilógico, pois o lógico é fazer algo rapidamente, seguir maus exemplos e “jeitinhos brasileiros”.

Sobre a lógica da tentação, basta lembrar-nos da tentação de Eva. Era lógico colocar uma árvore com belos frutos em meio a um jardim maravilhoso e não poder desejá-los, tocá-los e não comê-los? Realmente, é ilógico!

No entanto, como Satanás enganou Eva? Ela estava observando a árvore que dava o conhecimento do bem e do mal, desejou o fruto e o seu sentimento por tocá-lo cresceu. Satanás se aproveitou e a fez “raciocinar” através de uma pergunta. (cf. Gn.3:1-6) O alvo do questionamento era afastar tanto Eva como Adão dos alvos Divinos para eles.

Então, tomemos muito cuidado com os nossos pensamentos, pois são eles que podem dirigir nossas vidas, tanto para o bem como para o mal.

icon_biblia  Tenha cuidado com o que você pensa, pois a sua vida é dirigida pelos seus pensamentos. (Pv.4:23  NTLH)

Os nossos pensamentos geram emoções, e estas imaginações, ou seja, fantasias, sonhos e ilusões. É natural que esse tipo de pensamento crie emoções e desejos fortíssimos. Então, nós passamos a arrazoar ou argumentar sobre esses desejos. É aí que o Diabo entra em cena!

Satanás insinua que tudo o que está acontecendo conosco e o que Deus nos pede em relação a comportamentos, não é lógico. Portanto, os que ensinam sobre batalha espiritual, deveriam saber que essa batalha não é primeiramente contra demônios ou Satanás, mas contra os nossos próprios desejos ou paixões da nossa carne. Nesse momento, nós estamos enfrentando uma tentação.

Quando decidimos seguir a Verdade de Deus e por confiarmos nela como na capacitação Divina, damos um “cala boca” aos “gritos” das nossas paixões carnais, e então, tendo nossas mentes cheias da Verdade, podemos enfrentar os demônios e até Satanás, para a glória de Deus!

Jesus é o nosso exemplo nessa questão de prova e tentação, quando o Espírito de Deus O levou ao deserto da Judeia, a fim de ser provado e tentado por Satanás. Jesus o venceu, porque foi primeiramente vencido pela Palavra de Deus. (cf. Lc.4:1-13)

A minha esperança é que nos tornemos pessoas “úteis, saudáveis, excelentes, honestas, agradáveis, amáveis, alegres, felizes, honradas e distintas deste mundo profano”, por sermos vencidos pela Palavra de Deus sob a orientação do Espírito Santo.

Não se iluda, pois Deus nos colocará em diferentes situações de crises, a fim de que possamos crescer em maturidade espiritual, a fim de confiarmos Nele nos momentos de provas e tentações. Quero terminar com o verso 12 do nosso texto base, e na próxima semana, se assim Deus permitir, nós continuaremos.

icon_biblia 12 Feliz é aquele que nas aflições continua fiel! Porque, depois de sair aprovado dessas aflições, receberá como prêmio a vida que Deus promete aos que o amam.(Tg.1:12 NTLH)

O AMOR É SACRIFICIAL

GUIA DE ESTUDO CRESCIMENTO:

CRESCIMENTO:

  • Leia:
    • Tenham misericórdia dos outros, assim como o Pai de vocês tem misericórdia de vocês (Lucas 6:36 – NTLH)
  • Pergunte:
    • O que devemos ter para com os outros?
    • Qual é o padrão de nossa misericórdia?

EXPLORANDO:

  • Como o Senhor Jesus Cristo agiu em meio à zombaria e à dor? (Página 323 – parágrafo 01)
  • O que, na prática, o Senhor Jesus Cristo fez em sua oração? (Página 323 – parágrafo 01)
  • O que a regra de ouro revela? (Página 323 – parágrafo 02)
  • Qual é a natureza do amor? (Página 323 – parágrafo 02)
  • Por que não é um mal reconhecer que é impossível amar os inimigos? (Página 323 – parágrafo 03)
  • Por que o Senhor Jesus Cristo nos deu a ordem de amar os nossos inimigos? (Página 323 – parágrafo 03)
  • Quais os benefícios de vivermos a regra de ouro? (Página 323 – último parágrafo e página 324 – parágrafo 01)
  • O que o mundo precisa ver em nossas vidas? (Página 324 – parágrafo 01)
  • Como devem ser modelados os nossos relacionamentos? E qual deve ser o ponto de partida? (Página 325 – parágrafo 01)
  • O que é necessário para praticarmos esse ato de amor sacrifical? (Página 325 – parágrafo 01)
  • Por que é fácil acreditar que esse tipo de amor não funciona no mundo real? (Página 325 – parágrafo 02)
  • Qual é a razão para esse tipo de amor funcionar? (Página 325 – parágrafo 03)
  • O que é necessário para que a regra de ouro saia da teoria para a ação? De onde virá o recurso? (Página 325 – último parágrafo)
  • Por que a regra de ouro nas palavras do Senhor Jesus Cristo é tão impactante em relação ao mundo? (Página 326 – parágrafo 02)
  • Qual é a segunda coisa que precisa acontecer em nossas vidas? E qual é o benefício? (Página 326 – parágrafo 03)

APLICANDO:

  • Em quais relacionamentos você não tem colocado em prática o amor sacrificial, por acreditar nos motivos deste mundo para ele não funcionar?
  • O que precisa fazer para vencer o medo e passar agir com amor sacrificial?