A fé é mais do que acreditar - Parte 27: A fé de Moisés (1) - A fé dos pais de Moisés

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Hebreus 11:23

Texto Bíblico:

& Foi pela fé que os pais de Moisés, quando ele nasceu, o esconderam durante três meses. Eles viram que o menino era bonito e não tiveram medo de desobedecer à ordem do rei. (Hb.11:23 NTLH)

Toda autoridade deve ser respeitada, mas até que ponto? Não é fácil seguir Jesus, mas mesmo vivendo em um mundo incrédulo, hipócrita e violento, nós podemos demonstrar a fé genuína, a fé bíblica. Todo cristão é chamado para influenciar pessoas por meio da sua vida de fidelidade a Deus, porém, essa ação deve ser evidenciada dentro do seio familiar.

Por duas semanas, nós meditamos sobre a fé de José, o filho de Jacó. José não fez milagres, não expulsou demônios nem curou pessoas, mas a sua fé é um exemplo a ser seguido. Ele confiou na Palavra de Deus e, apesar de ter sofrido muito, nunca perdeu a sua identidade e a confiança no que Deus havia prometido ao Seu povo, ou seja, a “Terra Prometida”.

José falou da saída dos hebreus (judeus, israelitas) do Egito e pediu que o seu corpo fosse levado com o seu povo para a terra que Deus prometeu a Abraão, Isaque e Jacó, o seu pai. A fé de José fez com que ele aceitasse os duros planos de Deus à sua vida, trouxe sua família para perto de si, cuidou dela, perdoou os que o maltrataram (seus irmãos) e deu-lhes a condição para habitarem nas melhores terras do Egito, a fim de pastorear em seus rebanhos. A sua família cresceu, se multiplicou e formou o povo de Israel.

Além do mais, ainda que os filhos de Israel (ou Jacó) alcançassem grande prosperidade, ele ensinou a todos que o Egito não era o lugar definitivo para o seu povo, e sim, a "Terra Prometida". Ele mesmo pediu que fosse enterrado definitivamente lá. Porém, ele declarou a todos que Deus os ouviria, os ajudaria e Ele mesmo os conduziria à terra da promessa.

Deus não manda ou envia bilhetes para advertir, ensinar e conduzir o Seu povo, mas usa homens dedicados e preparados por Ele. A pessoa que Deus usou para libertar os filhos de Israel do Egito foi Moisés. É sobre este grande homem que nós meditaremos a partir de agora.

Porém, o nosso texto base, antes de falar de Moisés, trata sobre a fé de seus pais. O que você pode aprender sobre a fé de Anrão e Joquebede?

1. A fé bíblica sempre o estimulará a obedecer a Deus, a Sua Autoridade máxima!

O nosso versículo base fala dos pais de Moisés, Anrão e Joquebede. A Bíblia diz que eles agiram pela fé, ao esconderem Moisés, quando ainda era um bebê e por desobedecerem a uma ordem real, a do Faraó.

Naquela época, o Faraó que assumiu o governo do Egito não sabia nada a respeito de José, mas, juntamente com os seus governantes, preocupou-se com o aumento numérico do povo hebreu e deu ordens para que todas as crianças judias do sexo masculino fossem lançadas no Rio Nilo, aos crocodilos.

A experiência de fé dos pais de Moisés está registrada no livro do Êxodo 1:22-2:10:

& 22 Então o rei deu a seguinte ordem a todo o seu povo: — Joguem no rio Nilo todos os meninos israelitas que nascerem, mas deixem que todas as meninas vivam. 1 Um homem e uma mulher [Anrão e Joquebede] da tribo de Levi casaram. 2 A mulher ficou grávida e deu à luz um filho. Ela viu que o menino era muito bonito e então o escondeu durante três meses. 3 Como não podia escondê-lo por mais tempo, ela pegou uma cesta de junco, tapou os buracos com betume e piche, pôs nela o menino e deixou a cesta entre os juncos, na beira do rio. 4 A irmã do menino [Miriam ou Miriã] ficou de longe, para ver o que ia acontecer com ele. 5 A filha do rei do Egito foi até o rio e estava tomando banho enquanto as suas empregadas passeavam ali pela margem. De repente, ela viu a cesta no meio da moita de juncos e mandou que uma das suas escravas fosse buscá-la. 6 A princesa abriu a cesta e viu um bebê chorando. Ela ficou com muita pena dele e disse: — Este é um menino israelita. 7 Então a irmã da criança perguntou à princesa: — Quer que eu vá chamar uma mulher israelita para amamentar e criar esta criança para a senhora? 8 — Vá— respondeu a princesa. Então a moça foi e trouxe a própria mãe do menino. 9 Aí a princesa lhe disse: — Leve este menino e o crie para mim, que eu pagarei pelo seu trabalho. A mulher levou o menino e o criou. 10 Quando ele já estava grande, ela o levou à filha do rei, que o adotou como filho. Ela pôs nele o nome de Moisés e disse: — Eu o tirei da água. (Êx.1:22-2:10 NTLH)

Preste muita atenção ao significado do nome de Moisés, pois ele significa "aquele que foi tirado da água", do Rio Nilo, das águas da morte.

Em um dia, a humanidade lançou Jesus para dentro da escuridão da morte, mas Deus O retirou de lá, por meio da ressurreição, a fim de que Cristo fosse para todo o sempre o grande Libertador, daqueles que, por meio Dele, saem da morte para a vida com Deus!

Então, tanto Anrão como Joquebede, ao desobedecerem a autoridade do Faraó, não quebraram um princípio bíblico, o qual foi ensinado pelo apóstolo Paulo, em Romanos 13:1,2.

& 1 Obedeçam às autoridades, todos vocês. Pois nenhuma autoridade existe sem a permissão de Deus, e as que existem foram colocadas nos seus lugares por ele. 2 Assim quem se revolta [que se organiza para batalhar, guerrear] contra as autoridades está se revoltando contra o que Deus ordenou, e os que agem desse modo serão condenados. (Rm.13:1,2 NTLH)

Paulo não está dizendo que você não pode discordar das autoridades e até contestá-las, mas que não se faça uso da força contra elas. O profeta Jeremias, pela ordem de Deus, pregou contra os pecados das autoridades na sua época. Daniel, Hananias, Misael e Azarias (Sadraque, Mesaque e Abede-Nego) resistiram às autoridades no seu tempo. O mesmo fez o profeta Oséias. Paulo defendeu o Evangelho diante de autoridades. Estêvão não se intimidou diante das autoridades religiosas. Jesus chamou Herodes de “raposa”, isto é: de velhaco, enganador ou traiçoeiro. (cf. Lc.13:31-33) Jesus contradisse Pilatos, quando este pensou possuir autoridade máxima sobre a Sua vida, e culpou as autoridades religiosas por terem Lhe entregado a ele. (cf. Jo.19:11)

Leia o que Pedro e os outros apóstolos disseram às autoridades, quando lhes ordenaram a não pregarem mais sobre Jesus em Jerusalém:

& 29 Então Pedro e os outros apóstolos responderam: — Nós devemos obedecer a Deus e não às pessoas. 30 Os senhores crucificaram Jesus, mas o Deus dos nossos antepassados o ressuscitou. 31 E Deus o colocou à sua direita como Líder e Salvador, para dar ao povo de Israel oportunidade de se arrepender e receber o perdão dos seus pecados. (At.5:29-31 NTLH)

Quando uma autoridade, seja ela política ou religiosa, ordenar que você pratique algo que contrarie a Lei Moral de Deus, você terá o direito de discordar e desobedecer. Foi justamente isso que os pais de Moisés fizeram. Eles obedeceram a Deus e não aos homens. Porém, não use este princípio para justificar atitudes religiosas fanáticas ou impensadas.

  • Se os seus pais o proibirem de ir à sua igreja em um determinado dia, por razões plausíveis, obedeça-os. Porém, se eles quiserem proibi-lo de ser cristão e de pertencer à sua igreja, você poderá sentar-se com eles, conversar e lhes dizer com amor sobre as razões que o levam a desobedecê-los.
  • Se o patrão lhe pedir para não falar de Jesus no horário de trabalho, obedeça-o. Porém, se ele o obrigar a mentir ou a tomar atitudes que contrariem as leis morais de Deus, em amor, diga-lhe sobre as razões de não aceitar as suas ordens.
  • Se o Presidente da República, o Congresso e o Poder Judiciário proibirem a pregação da Bíblia e instituírem leis que contrariem os seus ensinamentos e verdades, nós temos todo o direito de desobedecê-lo.

Aprenda que nem tudo que é legal é moral. O aborto, pela simples razão de uma mulher não desejar ter o filho, pode ser legal, mas diante de Deus é imoral. O casamento entre dois homens ou entre duas mulheres pode ser legal, mas isso contraria a Palavra de Deus, o Criador tanto do homem como da mulher. (cf. Gn.2:24; Ef.5:31)

Por essa razão, você precisa conhecer a Palavra de Deus e o tempo em que está vivendo, pois dias terríveis ainda virão, os quais testarão a sua fé ou fidelidade a Deus e, se você for obediente a Ele, pagará com a morte!

2. A fé bíblica sempre o fortalecerá e o motivará a ter coragem em um mundo incrédulo, hipócrita e violento.

Anrão e Joquebede, os pais de Moisés, foram corajosos! Eles ousaram contrariar a ordem do Faraó, o qual era autoritário, inseguro, violento, cruel, sanguinário e perigoso. Se eles não tivessem uma fé firme em Deus e nas Suas promessas, com certeza, teriam se dobrado.

Entretanto, eles temeram ou respeitaram mais a Deus do que ao rei, ao Faraó tirano. Seu filho Moisés foi tirado das águas da morte, porém, mais tarde, o poderoso exército do Faraó foi enterrado vivo nas águas do Mar Vermelho!

Todos nós, em algum momento na vida, teremos que decidir entre os nossos interesses e os planos de Deus. Jesus disse:

& 24 E Jesus disse aos discípulos: — Se alguém quer ser meu seguidor, esqueça os seus próprios interesses, esteja pronto para morrer como eu vou morrer e me acompanhe. 25 "Pois quem põe os seus próprios interesses em primeiro lugar nunca terá a vida verdadeira; mas quem esquece a si mesmo por minha causa terá a vida verdadeira." (Mt.16:24,25 NTLH)

O Evangelho não pode ter como base a mentira. Ele não pode ser pregado de modo distorcido. Se você aceita a vida cristã, tendo como base uma promessa de vida boa (a vida dos seus desejos), poderá nunca mais sair desse trágico erro e ser desaprovado eternamente por Deus, pois Ele é a Verdade, e por isso, ama a Verdade.

Jesus disse:

& 13 — Entrem pela porta estreita porque a porta larga e o caminho fácil [estilo ou curso de conduta] levam para o inferno, e há muitas pessoas que andam por esse caminho. 14 A porta estreita e o caminho difícil levam para a vida, e poucas pessoas [número limitado] encontram [descobrem, aprendem e entendem] esse caminho. (Mt.7:13,14 NTLH)

Jesus está falando de duas portas e de dois caminhos: a primeira é espaçosa e fácil, enquanto que a segunda é estreita e difícil. A primeira descreve o estilo de vida de uma pessoa religiosa que segue tanto os seus como os conceitos religiosos de terceiros. A segunda descreve o estilo de vida oferecido por Cristo, que diz que não é fácil. Porém, é possível andar nos Seus ensinamentos, desde que você entenda a razão dos mesmos, tanto para esta vida como para a eternidade.

Portanto, todo aquele que recebe a Cristo precisa considerar as condições de se andar com Ele. Para ser um discípulo de Cristo é necessário calcular o custo dessa caminhada. Então, aquele que anda com Cristo, sabe que não é mais dono de si mesmo, pois entregou a Ele todos os seus direitos pessoais. É aí que reside toda a dificuldade!

Jesus nunca escondeu a verdade para aqueles que O procuraram. Certa vez, uma multidão se aproximou de Jesus, e o que Ele disse?

& 26 Quem quiser me acompanhar não pode ser meu seguidor se não me amar mais do que ama o seu pai, a sua mãe, a sua esposa, os seus filhos, os seus irmãos, as suas irmãs e até a si mesmo. 27 Não pode ser meu seguidor quem não estiver pronto para morrer como eu vou morrer e me acompanhar. 28 Se um de vocês quer construir uma torre, primeiro senta e calcula quanto vai custar, para ver se o dinheiro dá. 29 Se não fizer isso, ele consegue colocar os alicerces, mas não pode terminar a construção. Aí todos os que virem o que aconteceu vão caçoar dele, dizendo: 30 “Este homem começou a construir, mas não pôde terminar!” (Lc.14:26-30 NTLH)

Aceitar o Evangelho de Jesus tem seu custo, e ele, muitas vezes, é doloroso. Porém, é por meio da mensagem divina que o seu coração será confortado diante de tantos desafios e se encherá de coragem para enfrentar o ódio que este mundo demonstra tanto à Verdade como àqueles que a amam.

Como deve ter sido difícil à família de Moisés colocar aquele bebê nas águas do Rio Nilo, as quais eram infestadas de crocodilos! Eles, pela fé, entendiam que aquela criança não lhes pertencia. Aquele bebê, assim como qualquer criança, pertencia a Deus, e quem imaginaria que ele seria o instrumento divino para “ajudar e levar” o povo de Israel à Terra prometida? (cf. Gn.50:24)

Muitos judeus haviam se acostumado ou habituado com a vida no Egito, porém, poucos ainda resistiam a essa ideia e guardavam no coração a promessa divina feita a Abraão, Isaque e Jacó, sobre a promessa de uma terra ao povo de Deus. Poucos guardavam no coração as palavras de José sobre a saída do povo das terras do Egito.

Ao manterem o menino vivo e escondê-lo por três meses, Anrão e Joquebede, os pais de Moisés, foram corajosos e agiram pela fé sob a autoridade de Deus. Os pais de Moisés agiram pela fé e o exemplo deles deve ser seguido e nos contagiar a confiarmos na soberania de Deus!

3. A fé bíblica sempre o conduzirá a influenciar pessoas, mas, primeiro, aos da sua própria casa.

Anrão e Joquebede tinham mais dois filhos, Arão e Miriam. Não há dúvida que eles observaram o comportamento honesto e dedicado a Deus de seus pais. Eles repararam como eles andavam no temor do SENHOR. Eles ouviram as suas orações, as suas conversas sobre o futuro do povo de Deus, sobre a “Terra Prometida”. Tanto Arão como Miriam, aprendiam com seus pais.

Quando Joquebede entregou o seu filho, seu bebê, às águas do Rio Nilo, Miriam perseverou ao lado daquela criança, pois alguma coisa foi plantada no seu coração de que aquele não era o fim da história de seu irmãozinho. Quando a princesa viu a criança e percebeu que ela era um hebreu, Miriam, mesmo sabendo que ao aproximar-se da princesa do Egito poderia lhe custar a morte, confiou em Deus e se achegou à princesa, perguntando se ela não gostaria que uma israelita amamentasse a criança. Então, ela trouxe Joquebede, a sua mãe e mãe da criança!

Nós sabemos que a personalidade de uma criança se forma desde quando é um bebê, até a idade de 5 a 6 anos. Deus, na Sua sabedoria, permitiu que Moisés recebesse as impressões de uma mãe dedicada a Deus e que as primeiras sementes da fé verdadeira fossem plantadas no seu coraçãozinho. No que se refere ao trabalho da mãe na vida de seus filhos, reflita no seguinte texto:

Os filhos são o dom mais magnífico do matrimônio e contribuem grandemente para o bem dos próprios pais. A maternidade é a vocação original da mulher, um chamado de Deus para ela.

A maternidade traz obrigações, pois a influência de uma mãe na mente e no coração dos filhos é muito grande, seja para o bem ou para o mal, e repercutirá nos relacionamentos destes pelo resto da vida. Autoridade emocional bem trabalhada gera crianças seguras e amadas. Já crianças que não têm laços afetivos bem trabalhados, têm tendência a comportamentos destrutivos e infratores, na tentativa de reorganizar o caos interior.

Junto com o cuidado físico, ocorre a transmissão de hábitos e valores e também formas de ver o mundo, incluindo conceitos e preconceitos. O relacionamento íntimo entre mãe e filho ajuda na formação da autoimagem positiva, que o acompanhará na vida conjugal, profissional e social. A falta desse relacionamento também impacta a vida de seus rebentos, gerando uma autoestima baixa, com comportamentos de prepotência ou submissão diante de outras pessoas.

Normalmente, as crianças são mais impactadas pelas atitudes maternas do que paternas, devido ao tempo que ficam com a mãe, também porque elas são responsáveis pela disciplina e pela função de moldar comportamentos determinantes na vida adulta dos filhos. A influência de uma mãe é como o fermento na massa: estende-se para toda a sua posteridade, pois esses filhos acabam repassando para os filhos deles o que aprenderam em seus lares.

A mãe não pode se esquecer de que, além da sua autoridade emocional, existe a espiritual, uma “arma” que deve ser usada a favor dos filhos, pois Deus, que ordenou todas as coisas, concedeu aos pais influência sobre sua prole, portanto, pai e mãe podem, consciente ou inconscientemente, abençoar ou amaldiçoar a vida atual e futura de seus filhos, pois a fonte da autoridade não está na pessoa, mas na função dos pais.

As pessoas possuem várias diferenças entre si, seja na condição social, escolar, profissional, entre outras. Porém, elas têm em comum o fato de que o amor ou a rejeição na infância impactam em sua personalidade. Portanto, devemos amar na medida certa, pois criança que não tem limite também sofre consequências desastrosas.

É possível aos pais amar e corrigir sem culpa. Inevitavelmente, os filhos passarão por frustrações que a vida lhes proporcionará. Entender e trabalhar as limitações e as impossibilidades é um grande passo para prepará-los para situações de difícil aceitação; isso faz parte do ciclo de amadurecimento emocional tanto da mãe quanto do filho.

Os pais cristãos deveriam pregar a vida da Igreja, primeiramente, em casa, e não somente na sua igreja local. O testemunho de imparcialidade, honestidade, dignidade e temor ao SENHOR, associado a uma vida de serviço cristão, deve ser passado aos filhos. Lembre-se de que as crianças não aprendem a ter fé em Deus somente na igreja local, mas pela conduta de seus pais. Deus usa o exemplo de pais fiéis para inspirar uma vida de fé nos filhos!

Assim como o Faraó decretou a morte às crianças judias, Satanás está procurando matar nossas crianças, por meio de péssimas amizades, mergulhando-as nas “águas mortais” deste mundo, ou seja, em princípios imorais, pecados e rebeldia à autoridade divina e parental.

Os filhos devem reparar que seus pais são mais do que frequentadores de igreja, mas cristãos comprometidos com Deus, por meio de Cristo, tanto neste mundo como para a eternidade. Deus sempre exorta os pais a O amarem e O obedecerem, tendo a Sua Palavra no coração.

Além do mais, que os pais aproveitem todas as oportunidades para ensinar seus filhos sobre os caminhos elevados de Deus, por meio de Jesus Cristo, o nosso Senhor.

& Pais, não tratem os seus filhos de um jeito que faça com que eles fiquem irritados. Pelo contrário, vocês devem criá-los com a disciplina e os ensinamentos cristãos. (Ef.6:4 NTLH) [Veja também: Deuteronômio 6:20; Salmos 78:1-4; Provérbios 19:18; 29:17]

Que Deus nos abençoe!

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