MENSAGENS DA SEMANA

 DOMINGO:  12/08/2018  mp3
"A fé é mais do que acreditar - Parte 29"
         
 TERÇA - FEIRA :  07/08/2018  mp3    
 "Prepare-se para a volta de Jesus! - Parte 8"

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Domingo
Terça - Feira 

ÚLTIMOS VÍDEOS

  • FAÇA DOWNLOAD: Hebreus 11:24-27 Texto Bíblico: & 24 Foi pela fé que Moisés, quando já era adulto, não quis ser chamado de filho da filha de Faraó. 25 Ele preferiu sofrer com o povo de Deus em vez de gozar, por pouco tempo, os prazeres do pecado. 26 Ele achou que era muito melhor sofrer o desprezo por causa do Messias do que possuir todos os tesouros do Egito. É que ele tinha os olhos fixos na recompensa futura. 27 Foi pela fé que Moisés saiu do Egito, sem ter medo da raiva do rei, e continuou firme, como se estivesse vendo o Deus invisível. (Hb.11:23-27 NTLH) A fé de Moisés nos ensina o seguinte: a fé bíblica ou a verdadeira nos capacita a abrir mão de muitas coisas, a considerá-las como objetos de segundo plano, por causa da vontade de Deus em nossas vidas. Porém, que coisas? Segundo o nosso texto, posição social, riquezas e uma vida sem sofrimentos e rejeições. A fé bíblica vai além de simplesmente acreditarmos em Deus, pois ela sempre faz com que nos movamos de um ponto a outro, segundo a vontade do Criador, o Deus Todo-Poderoso. A fé bíblica sempre nos leva, no sentido exato do termo, a andarmos com Deus e fazermos a Sua vontade. Como seremos capazes de trocar os nossos próprios interesses pelos de Deus? Isso ocorre quando permitimos que a Palavra estruture nossas vidas sobre a Verdade divina. A Verdade do SENHOR entra de tal maneira em nossos corações, a ponto de desprezarmos a nós mesmos para desejarmos agradar a Deus, pois a Sua recompensa é muito melhor. & Sem fé ninguém pode agradar a Deus, porque quem vai a ele precisa crer que ele existe e que recompensa os que procuram conhecê-lo melhor. (Hb:11:6 NTLH) Como já afirmei acima, a fé verdadeira é mais do que acreditar em Deus, pois quando ela age em nós, sempre nos moverá de uma dimensão para outra, de um lugar para outro, segundo a vontade de Deus. O mesmo princípio se aplica na vida natural, ou seja, quando você gosta de uma pessoa, confia e se casa com ela, você deixa o conforto da casa de seus pais por causa de alguém muito especial. Quantos jovens não gostariam de estar na posição de Moisés? O Egito era uma potência e possuía técnicas de extração de minério, sistemas de irrigação, técnicas de produção agrícola e uma medicina avançada para a sua época. O país dispunha de um sistema de matemática e engenharia muito avançado para o seu tempo. Construiu pirâmides, palácios, obeliscos e grandiosos templos, obras estas ainda admiradas nos dias atuais. O Egito era um centro cultural, artístico e literário. Era uma terra com muitas riquezas e oportunidades. Moisés, ainda jovem, vivia em meio a tudo e, por ser filho da filha de Faraó, era conhecido, importante e até invejado por muitos. Hoje em dia, muitos lutam e se sacrificam para conseguir um lugar de destaque e prosperidade, a fim de alcançarem uma posição social privilegiada. Os sonhos de deixar a vida comum e conquistar a fama, dinheiro e poder estão no coração da maioria dos homens. Moisés alcançou tudo isso e, de repente, resolveu abandonar todas essas coisas! O que ele desprezou? Primeiro: Moisés despreza a sua posição social e os prazeres que essa condição lhe dava. (v.24,25) & 24 Foi pela fé que Moisés, quando já era adulto, não quis ser chamado de filho da filha de Faraó. 25 Ele preferiu sofrer com o povo de Deus em vez de gozar, por pouco tempo, os prazeres do pecado. (NTLH) Segundo: Moisés despreza as riquezas do Egito, em troca da recompensa divina. (v.26) & 26 Ele achou que era muito melhor sofrer o desprezo por causa do Messias do que possuir todos os tesouros do Egito. É que ele tinha os olhos fixos na recompensa futura. (NTLH) Terceiro: Moisés despreza as ameaças do Faraó e sai do Egito seguindo as orientações divinas. (v.27) & 27 Foi pela fé que Moisés saiu do Egito, sem ter medo da raiva do rei, e continuou firme, como se estivesse vendo o Deus invisível. (NTLH) Pense: Como Moisés desprezou a sua condição social e os prazeres da sua juventude? Como Moisés desprezou as riquezas que ele possuía no Egito? Como Moisés teve coragem para enfrentar a fúria do Faraó? A pretensão do meu questionamento é levá-lo a pensar acerca do meio usado por Moisés, com o qual ele preteriu ou desprezou todas essas coisas, as quais a maioria das pessoas do nosso tempo não desprezaria. O meio foi a fé! Por causa do Messias – Jesus, o Cristo! Porém, como podemos dizer que Moisés possuía fé em Deus, se ele vivia no palácio do Faraó? Não se esqueça do que vimos na semana passada, quando Deus fez com que ele fosse criado pela sua própria mãe, com a permissão da princesa egípcia. Quando estava grande, ou seja, já educado por sua mãe, Joquebede, Moisés foi entregue por ela à princesa. Porém, antes de ir ao palácio, conforme o combinado, ele aprendeu as histórias do seu povo e do futuro Messias – Jesus, o Único e eterno Libertador! Como é importante que os pais eduquem seus filhos nos caminhos de Deus, por meio das Sagradas Escrituras! (cf. Pv.22:6) & Eduque [dedique-se a treinar, a ensinar] a criança no caminho em que deve andar, e até o fim da vida não se desviará dele. (Pv.22:6 NTLH) A semente divina foi plantada no coração do menino Moisés por sua mãe e nunca mais saiu de lá, mesmo vivendo em um ambiente “mundano” e oposto ao de seus patrícios hebreus. Ainda que não entendesse, dentro de Moisés, o SENHOR semeou um chamado, uma missão que o transformaria no libertador do povo de Israel da escravidão do Egito. A atitude de fé por parte de Moisés fez com que ele desprezasse todas as coisas que possuía no Egito e não permitiu que elas tomassem o lugar de Deus na sua vida e, por conseguinte, a missão divina que já estava no seu coração. Ele não tinha pleno conhecimento da sua missão, mas se condoeu com o sofrimento do seu povo. Ele teria que ser treinado por Deus, o que se deu no deserto do Sinai. Então você me questiona: "Walter, para seguir a Deus eu terei que abandonar a minha posição social? Todas as coisas materiais que possuo? Desrespeitar plenamente o princípio de autoridade?" É claro que não! Você não foi chamado para ser “um ou uma Moisés”, mas Deus lhe chamou para pertencer totalmente a Ele e também para conduzir pessoas para fora de ambientes ou circunstâncias, a fim de que passem a servir ao Eterno. O que nós podemos aprender com a fé de Moisés? 1. A família é o berço da fé. Então, pais, treinem os seus filhos a terem fé em Deus, por meio da Palavra de Deus. Onde a fé começa? Dentro da sua própria casa! Como pais cristãos, vocês têm o dever de treinar seus filhos a amarem a Deus, ao Seu povo, a Igreja e aquele que longe Dele está. Porém, como vocês farão isso se o Reino de Deus não ocupa o primeiro lugar em suas vidas? Reflita sobre como você está se relacionando com seus filhos: Se vocês conversam apenas sobre dinheiro, os seus filhos crescerão materialistas, mesquinhos, pensando que a vida se resume em conseguir riquezas. (veja 1 Timóteo 6:10,11) Se você fala sobre o quanto espera que eles sejam grandes, importantes, que alcancem o topo da vida a qualquer custo, a quem eles respeitarão e servirão? (veja Mateus 20:26-28) Se com os seus filhos vocês conversam o tempo todo sobre mágoas e tristezas que revelam a falta de perdão às pessoas, eles crescerão cheios de ódio, nunca aprenderão a perdoar e nunca superarão as suas próprias mágoas, pois estão sendo educados em um ambiente cheio de ódio. (veja 1 Coríntios 13; Colossenses 3:13) Porém, se vocês derem o exemplo de uma fé bíblica sobre como amar a Deus, de um comprometimento sincero com a Sua Igreja, com o Seu povo e sobre os Seus planos futuros, eles serão treinados para servirem e respeitarem a "mensagem" (o Evangelho) do SENHOR. Eles aprenderão a buscar, primeiramente, o Reino de Deus, o modo de vida que O agrade, e serão pessoas dignas e abençoadoras. (veja Mateus 6:33; João 2:17; Filipenses 1:27; Mateus 5:16; Gálatas 6:2; Atos 20:35) Cuidado com as suas conversas informais! O mesmo se aplica ao seu relacionamento com outras pessoas, pois elas o conhecerão por meio das suas palavras. Segundo o Senhor Jesus, “pois a boca fala do que o coração está cheio.” (cf. Mateus 12:34) Entenda que nada deve ocupar o lugar de Deus e da sua missão em Cristo neste mundo. Moisés, com certeza, aprendeu com os seus pais a consagrar a Deus a sua vida e a colocar em segundo o seu próprio prazer ou interesses pessoais, a fim de que ele não fosse impedido de alcançar as recompensas divinas, as quais são maiores do que tudo o que ele e nós podemos ter e ver! Para Joquebede, Moisés era a sua maior riqueza, e ela, pela vontade de Deus, o entregou aos Seus cuidados. Os pais de Moisés nunca duvidaram dos planos divinos, tanto para a sua família como para o povo de Deus. Eles tinham fé nas promessas acerca de um novo lugar para o povo de Deus – a “Terra Prometida”. Moisés seguiu o exemplo de seus pais, pelas sementes que foram plantadas no seu coração. Você não é “um Moisés”, mas foi chamado para conduzir pessoas para fora da morte para a vida em Cristo. Você, a exemplo de Moisés, foi chamado para fazer por outras pessoas o que elas não conseguem e não sabem como fazer por si mesmas, ou seja, conhecer os caminhos de Deus, por meio de Cristo, o Messias. (cf. v. 26) Como eu já disse, seja na sua casa ou em qualquer outro lugar, Deus colocará pessoas no seu caminho para que você as conduza a Ele, por meio do Evangelho de Cristo. Elas não sabem como fazer isso! Para tanto, você terá que se despir de muitos sonhos pessoais, do orgulho, do egoísmo e, muitas vezes, dos seus interesses para abençoar o seu próximo. A coisa mais difícil neste mundo é desistirmos do que queremos e sonhamos para nos submetermos a Cristo Jesus com toda a confiança na Sua graça e poder. Eu gostaria de terminar esta meditação, voltando ao verso 26 do nosso texto base e destacar duas razões, que fizeram com que Moisés desistisse do que era para ser a pessoa que Deus planejou: & 26 Ele achou que era muito melhor sofrer o desprezo por causa do Messias do que possuir todos os tesouros do Egito. É que ele tinha os olhos fixos na recompensa futura. (NTLH) Ele aprendeu sobre o Messias, o Cristo, ou seja, Jesus. Ele não olhou para o momento, mas para o futuro, para a eternidade! A fé de Moisés expressava a mesma atitude que aprendemos de Jesus: & Porque vocês já conhecem o grande amor do nosso Senhor Jesus Cristo: ele era rico [abundante nas virtudes espirituais e posses eternas], mas, por amor a [no lugar de] vocês, ele se tornou pobre [aceitou a impotência, a pobreza humana] a fim de que vocês se tornassem ricos [ricamente supridos com as Suas virtudes espirituais e riquezas eternas] por meio da pobreza dele. (2 Co.8:9 NTLH) Nós não sabíamos como alcançar a Deus. Nós tínhamos uma ideia Dele, mas não um relacionamento com Ele. Tínhamos uma religião, mas não estávamos conectados com o Pai Eterno. Então, por meio de Jesus, nós reconhecemos a nossa pobreza espiritual e moral, a fim de nos submetermos ao Seu Governo (Reino de Deus), o qual é, por hora, espiritual, mas que se estabelecerá sobre a Terra, e então, todos os grandes e pequenos reconhecerão a Sua soberania. O apóstolo Paulo diz: & 5 Tenham entre vocês o mesmo modo de pensar que Cristo Jesus tinha: 6 Ele tinha a natureza de Deus, mas não tentou ficar igual a Deus. 7 Pelo contrário, ele abriu mão de tudo o que era seu e tomou a natureza de servo, tornando-se assim igual aos seres humanos. E, vivendo a vida comum de um ser humano, 8 ele foi humilde e obedeceu a Deus até a morte — morte de cruz. 9 Por isso Deus deu a Jesus a mais alta honra e pôs nele o nome que é o mais importante de todos os nomes, 10 para que, em homenagem ao nome de Jesus, todas as criaturas no céu, na terra e no mundo dos mortos, caiam de joelhos 11 e declarem abertamente que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus, o Pai. (Fp.2:5-11 NTLH) A minha esperança é que você enxergue este mundo como Moisés e sua família o viram em seu tempo: ele se tornará cada vez pior e a única saída é deixá-lo. Entretanto, como faremos isso? Por nós mesmos é impossível! Nós precisamos de um “Libertador”, e a exemplo de Moisés, Deus já nos deu! O Seu nome é Jesus! Ele é quem nos levará para o destino final de nossas vidas – o Céu, a Eternidade, a “dimensão que Deus preparou para todos aqueles que O amam, O obedecem e andam com Ele com prazer!” Que Deus nos abençoe! Leia Mais
  • FAÇA DOWNLOAD: Hebreus 11:21 Texto Bíblico: & Foi pela fé que Jacó, pouco antes de morrer, abençoou os filhos de José. Ele se apoiou na sua bengala e adorou a Deus. (Hb.11:21 NTLH) Relembrando: a fé verdadeira ou bíblica, mesmo na nossa idade avançada, nunca perde a sua validade. A fé bíblica nos capacita a mantermos em nossas vidas as bênçãos divinas, as quais nos fazem cooperar e comprometer-nos com os planos de Deus sobre a Terra para abençoarmos outras pessoas, a fim de que os planos do Pai Eterno sejam realizados neste mundo e se perpetuem na eternidade. Além do mais, a fé verdadeira ou bíblica, nos convence a estarmos apoiados na fidelidade divina, a fim de que terminemos bem nossas vidas e ingressemos na “Casa do Pai” na eternidade. Vamos continuar falando sobre a fé de Jacó, neto de Abraão e filho de Isaque. O nosso texto base menciona Jacó em um momento da sua vida quando estava em idade avançada, “pouco antes de morrer”. Então, Jacó “abençoou os filhos de José” e “Ele se apoiou na sua bengala e adorou a Deus”. Então: Jacó termina a sua vida abençoando os seus filhos. Jacó termina a sua vida servindo e adorando a Deus. Jacó termina a sua vida apoiado em seu cajado. 1. Como é importante começar e continuar bem em tudo na vida, mas é essencial que você termine bem. A Bíblia nos fala de vários personagens que começaram bem, mas que acabaram mal. Saul: ele foi aclamado pelo povo como rei de Israel, mas acabou se suicidando! Ele praticou suicídio após rejeitar os conselhos de Deus e, com certeza, encaminhou a sua alma para o inferno, ou seja, para um lugar de grandes sofrimentos e ausência eterna do Criador. (cf. 1 Sm.31:1-6) Geazi: ele foi um servo e aprendiz do profeta Eliseu. Ele ficou coberto de lepra e morreu com essa doença. Devido à sua avareza, ao seu amor sem medida ao dinheiro e às coisas materiais, ele exigiu de Naamã um pagamento em dinheiro pelos serviços espirituais prestados a ele. (cf. 2 Re.5:1-27) Ananias e Safira: eles pertenciam ao povo de Deus, mas cometeram o grande erro de mentir para o Espírito Santo! Eles fizeram uma oferta para a igreja, mas mentiram sobre o dinheiro que deram. Deus os castigou pelo ato da mentira e não por reterem parte do dinheiro. (cf. At.5:1-11) Salomão: ele era o rei de Israel e filho de Davi. Ele começa o seu reinado pedindo a Deus sabedoria, mas depois, se envolveu com muitas mulheres e se tornou um idólatra! Mesmo sendo muito sábio, Salomão, na sua velhice, se afastou de Deus. (cf. 1 Cr.22:9,10; 1 Re.3:1-14; 11:1-11) Sansão: ele era um guerreiro corajoso, forte e temido. Sansão foi escolhido pelo SENHOR para defender o povo de Deus contra os filisteus. Porém, deixando-se enganar por Dalila, termina a sua vida preso e cego. (cf. Jz.13-16) Aquele que anda pelos princípios da fé bíblica procurará se submeter à direção de Deus, porque sabe que terá que prestar contas a Ele depois da sua morte. Ele sabe que deve terminar bem a sua vida. Há um versículo no livro de Eclesiastes que nos diz o seguinte: & O fim de uma coisa vale mais do que o seu começo. A pessoa paciente é melhor do que a orgulhosa. (Ec.7:8 NTLH) Como está o curso da sua vida? Talvez, você tenha começado bem e com grande entusiasmo a sua vida cristã, mas, neste momento, a sua trajetória espiritual pode não estar indo bem e você sabe que não está agradando a Deus. Se você não procurar a direção do SENHOR, a sua vida poderá não terminar bem! Pense nas suas responsabilidades como cônjuge, filho, patrão, prestador de serviço e como cristão. Você não se casou para se tornar uma pessoa infeliz ou fazer com que seu cônjuge sofra. Então, se as coisas não estão indo bem no seu relacionamento familiar, procure os princípios de Deus que tratam sobre essas questões e mude o seu comportamento enquanto é tempo. A mesma atitude seja buscada para as outras áreas mencionadas. No final da sua vida, o apóstolo Paulo disse o seguinte: & 6 Quanto a mim, a hora já chegou de eu ser sacrificado, e já é tempo de deixar esta vida. 7 Fiz o melhor que pude na corrida, cheguei até o fim, conservei a fé. 8 E agora está me esperando o prêmio da vitória, que é dado para quem vive uma vida correta, o prêmio que o Senhor, o justo Juiz, me dará naquele dia, e não somente a mim, mas a todos os que esperam, com amor, a sua vinda. (2 Tm.4:6-8 NTLH) 2. Esforce-se para ser fiel a Deus, a fim de terminar a sua vida apoiado na Sua fidelidade. O nosso texto diz que Jacó terminou os seus dias apoiado no seu cajado e que adorou a Deus. Jacó era um patriarca, assim como foi o seu avô Abraão e seu pai Isaque. O “patriarca” era a pessoa considerada como o pai de família, ou chefe de tribo. Ele tinha autoridade suprema sobre os seus filhos e servos. Ele não tinha que dar contas dos seus atos a qualquer superior terrestre e, por isso, podia recompensar ou castigar, segundo a sua maneira de ver. Todavia, é claro que, na proporção em que o patriarca possuía temor a Deus, o seu governo era exercido com justiça e bondade, mas onde não havia esse sentimento religioso, haveria opressão, violência e injustiça. Jacó seguiu o exemplo de seu avô e de seu pai. Ele não se apoiou sobre a sua autoridade patriarcal nem nos bens que possuía, mas terminou os seus dias respeitando e adorando a Deus. Era comum aos patriarcas terem um cajado (bastão, vara ou bengala), no qual eles talhavam a sua história, seus bens, filhos e, no caso de Jacó – o que era comum entre os filhos de Deus –, entalhada estava a história da fidelidade divina a seu favor. No seu cajado, estava toda a sua história com Deus, a fim de que ela sempre fosse lembrada e, portanto, nunca esquecida! O cajado de Jacó, sobre o qual ele se apoiou, representava tanto a providência como a misericórdia divina para com a sua vida. No final dos seus dias e apoiado sobre o seu cajado, ele testemunhava o controle absoluto de todas as coisas e sobre como ele foi transformado pelo trabalho do SENHOR ao longo da sua vida. Jacó é um desses exemplos de alguém que começou mal e terminou bem! Com a ajuda da sua mãe, ele enganou tanto o seu irmão Esaú como o seu pai Isaque. Um dia, Deus lhe pediu que voltasse para a sua terra, mas ele ficou com medo da possível atitude de vingança da parte do seu irmão Esaú contra ele. Você se lembra que Jacó o enganou, a fim de conseguir a primogenitura. Foi nesse momento da sua vida que Jacó orou a Deus, reconhecendo que não era digno da Sua bondade e fidelidade. Ele dividiu o seu grupo em dois e os separou, pois ele possuía apenas um cajado. Possivelmente, ele não havia talhado em outro tudo o que possuía e, sem dúvida, pensou em enganar o seu irmão mais uma vez. Naquela noite, Jacó se levantou e atravessou o rio Jaboque com tudo o que era seu, porém, ele ficou sozinho para trás. Foi naquele lugar que se encontrou com o ANJO DO SENHOR e lutou com Ele até ao amanhecer, quando finalmente foi abençoado por Deus. (cf. Gn.32) Sobre o que você está se apoiando neste exato momento? Seus sonhos? Seus bens? Prazeres? Não é errado sonhar, possuir bens materiais, bons amigos e bons momentos. O erro está em não considerar todas essas coisas como passageiras e que o nosso destino final é aqui sobre a Terra. É errado não considerar que a sua vida não tem sido sustentada por Deus, pelo bom e excelente motivo que Ele determinou. Você não é sustentado pelo que tem ou pelo que pode ter, mas a fé verdadeira sempre o levará a reconhecer a ajuda divina à sua vida. Jesus disse: & O que adianta alguém ganhar o mundo inteiro, mas perder a vida verdadeira? Pois não há nada que poderá pagar para ter de volta essa vida. (Mt.16:26 NTLH) O fim de nossas vidas virá. Ele chegará muito rápido e mais breve do que pensamos! Muitos perderão a vida verdadeira por estarem se apoiando em tudo o que não pode ser levado deste mundo. A única coisa que você levará deste mundo é a sua fé em Jesus Cristo. Portanto, Você tem analisado a sua trajetória de vida? Você equilibra os seus diálogos familiares com os assuntos eternos? Você tem abençoado a sua família com um bom testemunho de fé? Você encoraja as pessoas próximas por sua fidelidade a Deus? Você tem a convicção de ir para o “Céu”, caso a sua vida termine agora? A minha esperança é que no dia que meus olhos se fecharem para este mundo, eu possa ver Aquele que se assenta no mais alto e sublime trono e ouvir aquele grande coral de anjos cantando a Sua santidade e a Sua Glória! Como eu desejo estar com você naquele lugar! Tudo o que temos aqui, não possuímos, mas o que possuímos no Céu é o que realmente temos! & 25 No céu, eu só tenho a ti. E, se tenho a ti, que mais poderia querer na terra? 26 Ainda que a minha mente e o meu corpo enfraqueçam, Deus é a minha força, ele é tudo o que sempre preciso. 27 Os que se afastam de ti certamente morrerão, e tu destruirás os que são infiéis a ti. 28 Mas, quanto a mim, como é bom estar perto de Deus! Faço do SENHOR Deus o meu refúgio e anuncio tudo o que ele tem feito. (Sl.73:25-28 NTLH) Que Deus nos abençoe! Leia Mais
  • FAÇA DOWNLOAD: Hebreus 11:21 Texto Bíblico: & Foi pela fé que Jacó, pouco antes de morrer, abençoou os filhos de José. Ele se apoiou na sua bengala e adorou a Deus. (Hb.11:21 NTLH) A fé verdadeira ou bíblica, mesmo na nossa idade avançada, nunca perde a sua validade. A fé bíblica nos capacita a mantermos em nossas vidas as bênçãos divinas, que nos fazem cooperar e comprometer-nos com os planos de Deus sobre a Terra para abençoarmos outras pessoas, a fim de que os planos do Pai Eterno sejam realizados neste mundo e se perpetuem na eternidade. O avô de Jacó foi Abraão, um homem muito famoso, porém, o seu pai, Isaque, viveu como um homem comum, cheio de altos e baixos, mas tanto o seu avô como o seu pai viveram pela fé em Deus. Portanto, Jacó tinha para si, em sua família, exemplos de homens fiéis e tementes a Deus. Isaque, o seu pai, segundo a Palavra de Deus, agiu pela fé quando abençoou seus filhos Jacó e Esaú, prometendo a eles bênçãos futuras. Isaque agiu pela fé, pois mesmo sendo um homem comum, ou seja, sem atos portentosos, se manteve firme na promessa divina de que dele, uma nação seria gerada, a qual veio por meio de Jacó – o povo e a nação de Israel. O nosso texto base menciona Jacó em um momento da sua vida quando estava em idade avançada, “pouco antes de morrer”. Então, Jacó “abençoou os filhos de José” e “Ele se apoiou na sua bengala e adorou a Deus”. Então: Jacó termina a sua vida abençoando os seus filhos. Jacó termina a sua vida servindo a Deus. Jacó termina a sua vida apoiado em seu cajado. 1. Esforce-se para manter os princípios de Deus nos dias da sua juventude. A juventude é chamada de “a flor da idade”, porque é bela, forte, cheia de vida e desafios. Mas, muitos jovens estão sofrendo em nossos dias, porque desconhecem o sentido da vida, pela razão de não lhes ser mostrada e aprenderem sobre a beleza da sua fase, conforme a vontade de Deus. Muitos jovens, sem saberem o valor que têm, desprezam sua própria existência e a dos outros. Desse modo e perdidos no tempo, muitos deles ingressam no tenebroso mundo do crime, das drogas, da violência, do sexo sem compromisso e de outras mazelas ou desvios morais. Tudo isso acontece por que rejeitam ou abandonam os princípios e valores eternos de Deus. O sábio diz: & Lembre do seu Criador [esforce-se para mantê-Lo na mente] enquanto você ainda é jovem, antes que venham os dias maus [aflições, desagradáveis, infelizes, doloridos] e cheguem os anos em que você dirá: “Não tenho mais prazer na vida.” (Ec.12:1 NTLH) Muitos têm medo da velhice, por causa da incerteza de não poder encontrá-la. Alguns não a vivenciarão, mas, para muitos, ela chegará! Entretanto, o maior problema da velhice não é o enfraquecimento do corpo, mas a indiferença aos valores divinos na alma. Então, tanto na juventude como na velhice, que o espírito leve a melhor sobre carne, ou será a carne que superará o espírito. 2. Você não poderá lutar contra a velhice; então, cultive uma vida abençoada por Deus desde a sua juventude. Os dias maus sempre chegam, mas com a energia da juventude, temos condições físicas para lutar contra eles. Entretanto, quando a velhice aparece, não há como lutar contra ela, pois simplesmente vai chegando e se instala! Você não a supera, as rugas já são visíveis, e com elas, as dores que se espalham pelo corpo. A velhice é uma das provas mais difíceis para muitos, quando precisam encarar o fim da vida útil profissional, as limitações físicas, dos sonhos pessoais, devido a doenças, fragilidades e a solidão. A idade não é decisiva na vida; o que é decisivo é a rigidez com que encaramos as realidades da vida e a capacidade de enfrentá-las e correspondermos a elas em nosso interior. Olhe ao seu redor e veja como muitos estão envelhecendo ou como têm passado os seus últimos dias. Eles, reclamando de tudo, tanto do passado como do presente, amargurados por não terem desfrutado melhor da vida, dos seus bens e inseguros na mente, passam a discutir com os filhos acerca da administração das suas posses, sem contar o medo com a aproximação da morte. A verdade é que a maioria das pessoas não se prepara para a velhice, os dias finais de sua vida. 3. Deus o abençoa, a fim de que você coopere, comprometa-se com os Seus planos em Cristo e abençoe as pessoas com este mesmo propósito. Jacó está terminando os seus dias e abençoa os seus filhos com uma fé firme em Deus, sem se apoiar sobre os seus bens. Ele não tinha medo de morrer, pois estava apoiado no sentido e nas promessas do SENHOR para a sua vida. Ele viveu toda a sua vida pela fé “Naquele que era a Sua Rocha Eterna”! O texto histórico que nos diz sobre quando Jacó abençoou os filhos de José, segundo o nosso texto base, encontra-se em Gênesis 48:1-21. Ele estava acamado, enfermo e muito fraco, mas, mesmo assim, agradeceu a Deus por ver seus netos e por poder abençoá-los. Um verso do texto de Gênesis que chama a minha atenção é o versículo 16: & Que os abençoe o Anjo que me tem livrado de todo mal! [salvo ou salvado do que é maligno, da infelicidade, do mau caráter] Que o meu nome seja lembrado por meio deles e também o nome dos meus pais Abraão e Isaque! Que eles tenham muitos filhos e muitos descendentes neste mundo!” (Gn.48:16 NTLH) Como Jacó se refere a esse Anjo? Ele não fala de “um anjo”, mas "do Anjo". Jacó fala do mesmo Ser, no vau do Jaboque, com Quem ele se agarrou e não O soltou enquanto não fosse abençoado. (cf. Gn.32:22-32) Jacó está voltando para as terras de onde saiu com muitos bens, mas, apesar de ter conquistado tudo o que queria, sentia-se em desarmonia com Deus e, por isso, lutou bravamente com “o Anjo” até obter a Sua bênção. Para vocês que gostam de meditar nas Escrituras Sagradas, esse "Anjo" era o próprio Jesus Cristo, visitando e abençoando os Seus filhos no passado. Repare que Jacó se refere ao “Anjo” como aquele que sempre o redimia do que era mal. Ele reconhecia o trabalho “do Anjo” na sua vida, tanto espiritual como moral e, portanto, a sua declaração esclarece a obra de salvação que era feita pelo “Anjo” (Jesus) na sua vida. É com confiança (pela fé) que Jacó pede a Deus que “o Anjo” abençoasse os seus netos. Nenhum outro anjo celestial, a não ser “o Anjo”, poderia dar aos netos de Jacó esse tipo de bênção, mas somente Aquele que é o próprio Deus. Para que você entenda melhor, esse “Anjo” é o que chamamos na Teologia de “teofania” ou o “Anjo teofânico”. Para efeito de conhecimento, a palavra “teofania” vem da língua grega – “theophaneia ou theophanía”. “Théos” = Deus e “phanei” = aparecer. Portanto, a união dessas duas palavras tem o sentido de aparecimento ou revelação visível de Deus ao ser humano. Então, “teofania” é uma manifestação de Deus na Bíblia, a qual é perceptível aos sentidos e ao toque humanos. Em seu sentido mais restritivo, é uma aparência visível de Deus no período do Antigo Testamento, muitas vezes, mas não sempre em forma humana. Algumas referências das teofanias para a sua pesquisa pessoal: Gênesis 12:7-9; 18:1-33; 32:22-30; Êxodo 3:2-4:17; 24:9-11; Deuteronômio 31:14-15; Jó 38-42. Cada teofania, na qual Deus assume forma humana, prefigura a encarnação de Deus em Jesus, quando o Eterno tomou a forma de um homem para viver entre nós como Emanuel, cujo significado é "Deus está conosco". (cf. Mateus 1:23). Entretanto, qual é a importância disso tudo? Mesmo no passado, Jacó estava firmado na Pessoa de Jesus (o Anjo), que no futuro, viria ao mundo por meio do povo, a sua descendência. Os descendentes de Jacó formariam o povo de Israel e eles deveriam saber que a bênção é dada por Deus e se mantém somente pelo “Anjo do SENHOR”, ou seja, o nosso Senhor Jesus (Salvador) e Cristo (o Ungido de Deus, o Messias). Portanto, rejeitar Jesus resultaria na desaprovação e na momentânea rejeição divina. Israel não só rejeitou Jesus no passado como O rejeita no presente, e por isso, tem se tornado “inimigo de Deus, no que se refere à sua falta de compromisso e cooperação com os propósitos divinos. (cf. Romanos 11:25-32) Essa punição ou disciplina divina a Israel durará até a Grande Tribulação – período de 7 anos, quando o anticristo, possuído por Satanás, reinará como líder supremo sobre a Terra. Porém, Deus, que nunca abandona os acordos que faz com os Seus filhos, voltará a dar uma nova oportunidade a Israel, para que se arrependa e aceite Jesus. Voltando ao texto bíblico de Gênesis 48, eu gostaria que você lesse o verso 15: & Em seguida deu a sua bênção a José, dizendo assim: “Ó Deus, a quem os meus pais Abraão e Isaque serviram, abençoa estes rapazes. Abençoa-os, ó Deus, tu que me tens guiado como um pastor durante toda a minha vida até hoje. (Gn.48:15 NTLH) Na sua oração, Jacó reconhece a direção de Deus para com a sua vida. Ele declara que o SENHOR sempre foi o Seu Pastor, durante toda a sua vida até aquele momento. Mesmo já muito velho, cansado, doente e muito frágil, Jacó reconhece que ainda está sendo dirigido por Deus. Ele está quase morto, mas sua fé ainda estava muito viva! Jacó recebeu de seu pai e de seu avô exemplos de uma vida de fé, a promessa e a bênção de Deus. Jacó foi abençoado por eles. Ele creu, manteve-se firme, mesmo sofrendo enormes tristezas e, agora, passa a bênção de Deus adiante. Muitos cristãos vão às reuniões esperando receber algo que os agrade (milagres, curas, soluções de problemas, alegria, felicidade), pois pensam que tudo deve ser feito para eles e não para o SENHOR. Quando nós nos reunimos é para aprendermos sobre como podemos estar em comunhão com Deus por meio de Jesus Cristo, pois se não observarmos a Sua vontade e os princípios que Ele nos dá pelo Seu Evangelho, nós não seremos verdadeiramente abençoados. Por causa da distorção do verdadeiro motivo divino para a Igreja existir sobre a Terra, muitos têm recebido uma mensagem inverídica, a qual os estimula a se reunirem para que recebam bênçãos e mais bênçãos. Eu tenho compartilhado com vocês sobre o que é ser abençoado. Tudo o que Deus dá a cada um de nós deve nos revelar a glória (i.e. o poder, a bondade, a misericórdia e o modo correto de agir) de Jesus, pois tudo vem Dele, acontece por meio Dele e tudo deve voltar para Ele. Tudo o que Deus nos dá não é somente para o nosso próprio prazer, mas para participarmos e cooperarmos com os Seus planos momentâneos (sobre a Terra) e eternos (no Céu, na eternidade). Todos nós queremos ser abençoados por Deus e, muitas vezes, oramos ao SENHOR pedindo-Lhe coisas. Algumas vezes, Ele nos dá, e noutras não. Por quê? Vamos ler Tiago 4:2,3 e usar suas palavras como um princípio em relação à nossa meditação: & 2 "Vocês querem muitas coisas; mas, como não podem tê-las, estão prontos até para matar a fim de consegui-las. Vocês as desejam ardentemente; mas, como não conseguem possuí-las, brigam e lutam. Não conseguem o que querem porque não pedem a Deus." 3 E, quando pedem, não recebem porque os seus motivos são maus. Vocês pedem coisas a fim de usá-las para os seus próprios prazeres. (Tg.4:2,3 NTLH) Sempre que você for pedir ou tiver recebido alguma coisa de Deus, pergunte a si mesmo: “Por qual motivo eu desejo que Deus me abençoe? Só por prazer pessoal ou para dar prazer a Deus também?” “O meu desejo é de servir a Deus ou a mim mesmo com o que desejo receber?” “Como eu vou cooperar e me comprometer mais com os propósitos de Deus em Cristo, pelo que desejo?” “O meu caráter, tanto espiritual como moral, está sendo aperfeiçoado para a alegria de Deus com o que Dele recebi?” “Eu estou usando o que recebi para expandir e fortalecer a Igreja de Jesus sobre a Terra?” “Eu estou dando a Deus o que é de Deus ou me afastando Dele com o que recebi?” “Eu estimulo as pessoas a servirem a Deus com o que recebi ou apenas as incentivo a conseguir Dele o que desejam?” Nós não podemos nos tornar como o Mar Morto, o qual apenas se alimenta com a água doce que recebe, mas, sem dar vazão para a mesma, se tornou estéril ou “morto”, não produzindo nem dando vida. A razão de Deus nos abençoar é para que abençoemos outras pessoas com os mesmos motivos pelos quais somos abençoados pelo SENHOR. Caso os meus motivos sejam errados, eu induzirei as pessoas a buscarem a Deus com propósitos errados, ou seja, estimularei a ganância, o egoísmo e os interesses pessoais. A fé bíblica ou verdadeira deve nos tornar parecidos a Jacó, Isaque e Abraão, os quais, enquanto abençoados por Deus, se mantiveram firmes nos objetivos Dele. Mesmo com “altos e baixos”, eles cumpriram o seu dever e fizeram a vontade de Deus. Eles foram abençoados e abençoaram todas as nações da Terra, segundo a vontade do SENHOR. Jesus, com o Seu ministério, morte e ressurreição, abençoou a todos que O receberam com a graça, o perdão e a vida de Deus. (cf. Jo.3:16) Através das Suas palavras aos Seus discípulos, ao Lhe pedirem para que comesse alguma coisa enquanto esperava pelos samaritanos (cf. Jo.4:1-41), Jesus deixou claro que todas as pessoas verdadeiramente abençoadas por Deus têm fome por fazer a Sua vontade, pois é por meio dessa atitude que elas são divinamente afortunadas e abençoam outras pessoas. & — A minha comida — disse Jesus — é fazer a vontade daquele que me enviou e terminar o trabalho que ele me deu para fazer. (Jo.4:34 NTLH) A minha esperança é que entendamos que toda bênção divina nos convoca a um trabalho espiritual, que precisa ser feito por completo. Toda bênção divina nos alegra, mas a alegria só será completa quando abençoamos outras pessoas, pelos mesmos motivos que Deus nos abençoou ou nos abençoa, tanto na juventude como na velhice! Que Deus nos abençoe! Leia Mais
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